Judiciário

Advogado faz “pedido de socorro e diz que a 5ª Vara Cível de Natal é inoperante e prejudica a justiça potiguar”

Por JURI NEWS

Em tom de desabafo, o advogado Pablo Pinto relata em artigo intitulado ‘Pedido de Socorro dos Atolados na 5ª Vara Cível de Natal’ a inoperância do referido órgão jurisdicional.

“Conversas com o magistrado e ouvidorias nada resolveram. São anos para uma decisão, movimentação, um simples ato ordinatório ou uma diligência da secretaria”, desabafa o advogado que preside o Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-RN.

Segundo ele, a Seccional potiguar da OAB “cobrou do Tribunal de Justiça a intervenção no órgão jurisdicional em junho de 2016, de lá para cá não existiu qualquer melhora na prestação de serviços ao jurisdicionado”.

Pablo Pinto diz que a inoperância da 5ª Vara põe em xeque a utilidade das garantias dos magistrados e a capacidade do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte gerir a estrutura. “Até quando os jurisdicionados usuários da 5ª Vara Cível da Comarca de Natal serão penalizados com a obstaculização do acesso à Justiça?”, questiona. “Afinal, a quem eu posso culpar quando prestar informações aos meus clientes: o magistrado ou o tribunal omisso – ou seria, dolosamente omisso?”.

DO BLOG: O Juiz da 5ª Vara Cível de Natal é o Dr. Lamarck Araújo. No meio da advocacia é numa boca só que a inoperância da 5º vara.

Vejam o grave teor da carta do advogado Pablo Pinto:

Pedido de Socorro dos Atolados na 5ª Vara Cível de Natal

A advocacia não é profissão para covardes, o confronto permanente de teses em defesa de direitos coloca diariamente o advogado na linha de fogo, quase sempre, com a exposição pessoal.

A exposição pessoal do advogado acaba sendo o preço que se deve pagar pelo zelo profissional e pela responsabilidade confiada, pois muitas vezes a ciência jurídica se afasta do processo e outras tantas vezes a injustiça combatida vem de quem deveria garantir a Justiça.

Recursos processuais não são suficientes, a aristocracia judicial blindou-se contra a responsabilização, especialmente contra a morosidade e a falta de isonomia.

Há anos venho desgastando meu relacionamento com clientes para explicar a inoperância da 5ª Vara Cível da Comarca de Natal. Conversas com o magistrado e ouvidorias nada resolveram.

Explicar em uma sala de aula o quão democrático e justo é a distribuição por sorteio é fácil, dá até para falar em distribuição equitativa do ônus, mas tente os mesmos argumentos para a parte interessada no resultado do processo pendente de movimentação na precitada Vara.

Seria muita incoerência afirmar que não existem beneficiados, é claro que existem, e são aqueles a quem não interessa o resultado do processo, ou seja, aqueles a quem o direito condena.

São anos para uma decisão, movimentação, um simples ato ordinatório ou uma diligência da secretaria.

A delongada espera macula o direito de acesso ao Judiciário, que se esvanece a cada dia que excede a determinação constitucional da razoável duração do processo insculpida no Art. 5º, LXXVIII: “a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.”.

Resta igualmente fulminado o Art. 4º do Código de Processo Civil: “As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa.”

A Ouvidoria efetivamente nada faz, apenas colhe do magistrado a resposta que lhe convém, sem qualquer apreciação ou adoção de providência, parecendo que o Tribunal não toma conhecimento.

O texto padrão para respostas das ouvidorias, cujo teor transcrevo por deferência ao contraditório, é:

Inicialmente, convém ressaltar que o PJE organiza os processos em caixas, conforme a prioridade e sequência cronológica de chegada, de modo que os mesmos sejam cumpridos segundo esta ordem. Se há atos pendentes de expedição, certamente há processos na mesma situação com movimentação mais antiga.

Lembramos ainda que o Juízo da 5ª Vara Cível possui acervo de cerca de 5.000 (cinco mil) processos, desproporcional ao número de servidores, pois conta a Secretaria com um número deficitário de funcionários, ocasionando enormes prejuízos ao funcionamento do Juízo, diante da carência de pessoal para executar até mesmo tarefas mais urgentes e essenciais ao funcionamento da Vara. É impossível, portanto, com este reduzido quadro de pessoal, manter a celeridade processual no nível desejado.

Diante de tal quadro, a culpa pela morosidade processual não deve ser atribuída ao Magistrado nem aos funcionários que exercem suas funções nesta Vara, que estão empenhados em desenvolver o seu trabalho pautados nos princípios da eficiência e da celeridade. A morosidade se deve à total desproporção entre o volume de trabalho e o número de servidores para executá-lo, problema já levado ao conhecimento do Tribunal de Justiça. Assim, apesar de todos os esforços do Magistrado e dos serventuários que aqui atuam, a grande quantidade de processos impede que alcancemos a celeridade idealizada para a prestação jurisdicional, gerando insatisfação e reclamação, com se deu no caso em comento.

Esclareço ainda que, em conformidade com o novo Código de Processo Civil, em vigor desde 18/03/2016, as movimentações processuais neste Juízo da 5ª Vara Cível seguem a ordem cronológica, excetuando-se as preferências legais e os atos urgentes, assim reconhecidos pelo juiz no pronunciamento judicial a ser efetivado. Para tanto, foi expedida por este Juízo a Portaria nº 02/2017-GJ5VC, que disciplina o cumprimento dos processos em consonância com o novo CPC.

Em conversa pessoal com o magistrado para tentar, em vão, impulsionar o feito, nada mais faz do que lamuriar os referidos déficits e culpar a distribuição de recursos humanos feita pelo tribunal, invocando sofrer algum tipo de preterição, represália ou perseguição.

A impressão que transparece do comportamento pessoal do magistrado, é de que está precisando de tratamento para se recuperar, e é perceptível que ele está desestabilizado.

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Rio Grande do Norte, com Nota de Apoio do Conselho Federal da instituição, cobrou do Tribunal de Justiça a Intervenção no órgão jurisdicional em junho de 2016, de lá para cá não existiu qualquer melhora na prestação de serviços ao jurisdicionado.

Até quando os jurisdicionados usuários da 5ª Vara Cível da Comarca de Natal serão penalizados com a obstaculização do acesso à Justiça?

Afinal, a quem eu posso culpar quando prestar informações aos meus clientes: o magistrado ou o tribunal omisso – ou seria, dolosamente omisso?

As afirmações prestadas pelo juiz Lamarck nas conversas acerca da distribuição de recursos humanos na primeira instância são acusações sérias e o tribunal se mostra letárgico, mesmo depois de instado por um número incontável de ouvidorias, não sei se chegou a haver representações (pelo caráter sigiloso do procedimento), mas haverá a minha logo em seguida à publicação deste artigo.

O Tribunal não poder alegar desconhecimento, as ouvidorias, com certeza, chamam atenção e foram respondidas, pois a Vara é melhor em responder ouvidorias que movimentar os processos. Ademais a OAB pediu a intervenção face à gravidade… será que o Tribunal não ter resolvido, pelo menos equiparado a quantidade de servidores ou respondido as afirmações do juiz não configura estar o magistrado certo e o tribunal possui Varas privilegiadas e Varas “perseguidas”?

O fato é que a inoperância da Quinta Vara põe em xeque a utilidade das garantias dos magistrados e a capacidade do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte gerir a estrutura.

O Conselho Nacional de Justiça editou a publicação Justiça em Números 2017, tendo como base as informações referentes ao ano de 2016, no qual consta às fls. 72 que temos a menor produtividade dos magistrados (962) dentre os tribunais de pequeno porte e o segundo pior do Brasil, sendo a média nacional 1.773. Extrai-se ainda, às fls. 92, que a carga de trabalho média do magistrado potiguar é de 4.179 e 8.143 a nacional.

Apanhado os números iniciais tenho, por honestidade, que analisar a produtividade do magistrado a quem dirijo estas linhas. A produtividade disponibilizada pelo TJRN está atualizada até junho de 2017, constando 4902 processos em tramitação, valor que corresponde a 117,3% da carga médias dos magistrados potiguares em 2016, e 60,2% da média nacional.

Registro ainda que analisando a produtividade do magistrado fiquei deveras surpreso, pois a produtividade lançada supera em muito a experiência que temos, inclusive, supera a de varas e magistrados extremamente elogiados pelos jurisdicionados em geral, principalmente pelos advogados, o que me leva a duvidar do sistema utilizado pela corregedoria.

Conversei com dezenas de advogados, cheguei a participar de reuniões para discutir o que a sociedade pode fazer nesses casos e todos, sem exceção, ficaram desconfortáveis com a apresentação desses números, pois não é a experiência de nenhum colega.

O certo é que o Tribunal precisa se posicionar, o magistrado informa a todos os advogados e responde ao tribunal formalmente através das ouvidorias, qual a resposta do Tribunal para o problema?

Chamo à colação alguns números da última correição citados pela OAB no pedido de intervenção: ““600 mandados; 670 contestações; 120 cartas devolvidas pelos correios; 630 Avisos de Recebimento – AR’s; 350 ofícios; e, aproximadamente, 4.000 petições.” Um total de 6.370 expedientes que deixaram de produzir efeitos processuais, sem contar a infinidade de decisões e despachos aguardando publicação, alguns há mais de 2 anos.

O tal apoio jurisdicional prestado nada resolveu, as reclamações dentre os advogados continuam crescentes e cada vez as paralisações descritas são maiores.

Os advogados são os principais usuários do Judiciário, representando a sociedade em face do Estado, por conseguinte, as queixas não devem ser desconsideradas pelo corporativismo ou inação da administração judicial.

O prejuízo atinge principalmente as pessoas naturais e jurídicas que tiveram o azar de serem punidas com a distribuição por sorteio.

Encerro com a frase do ilustre mestre Rui Barbosa em sua Oração aos Moços: “Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta. Porque a dilação ilegal nas mãos do julgador contraria o direito escrito das partes e, assim, as lesa no patrimônio, honra e liberdade. Os juízes tardinheiros são culpados, que a lassidão comum vai tolerando. Mas sua culpa tresdobra com a terrível agravante de que o lesado não tem meio de reagir contra o delinqüente poderoso, em cujas mãos jaz a sorte do litígio pendente.”

Pablo de Medeiros Pinto, advogado  

Opinião dos leitores

  1. Meu amigo, o Judiciário só é ligeiro para:
    1- Voltar para Natal na quinta-feira;
    2- Receber auxílios francamente imorais, e;
    3- Decidir pelo recebimento retroativo de auxílios francamente imorais.
    E mais uma coisa: se Juiz recebe auxílio moradia porque na comarca dele não tem imóvel funcional por que então não se fiscaliza se ele mora na Comarca como manda a LOMAN? (pergunta que rola no Zap, cuja resposta ninguém sabe dar). Se ele recebe mas mora na capital, tá recebendo ilegalmente, ou não?

  2. O Juiz também é vítima!Com mais de 4500 processos para julgar, o que pode fazer uma única pessoa???Os verdadeiros culpados estão na penumbra e indiferentes a tudo já que o problema é muito antigo. De quebra deixam os mais modernos na linha de tiro para se escorraçado pela população!

  3. Parabéns pela coragem!
    Vamos denunciar os promotores e juízes que só aparecem terça, quarta e quinta.
    Bando de cara de pau, só pensam em regalias

  4. Os falsos moralistas sisudos que só pensam em dinheiro, mas trabalho que é bom nada…
    Vamos apoiar a PEC para acabar essas regalias de férias de 60dias e respeito ao teto, chega de imoralidade desses cara de pau

  5. Isso é só um respingo da imagem do judiciário perante a sociedade, voltada pra encher os bolsos mas totalmente inoperante.
    Férias 60dias, licenças prêmio 90 dias, folgas e cursos fora do Estado, por meses, até mesmo no exterior e pago pela população contribuem para a morosidade, é muita folga e pouca dedicação, mas AUXÍLIO MORADIA tá em dia!

  6. precisamos acionar com urgência o CNJ, tenho um Alvará para ser confeccionado no juizado da segunda vara da fazendas pública, já faz três meses!!!

  7. Vocês, reclamantes, são uns apressadinhos natos, e nem levam em consideração que a classe de juízes, tê, toda razão do mundo em demorar a analisar os processos que são a eles atribuídos, pois a classe é espoliada, maltratada, ganha pouco, não tem nenhuma ajuda, trabalham em salas insalubres, quentes ou geladas, dependendo do tempo, sem ajuda pra moradia, sem receber diarias, sem auxilio alimentação. andando de ônibus, e recebem um salário irrisório que não mal consegue dar para viver. Tenham dó senhores reclamantes.

  8. Prezado, representei na CORREGEDORIA acerca de um absurdo ocorrido numa vara cível de uma comarca bemmmmmm pertinho de Natal. Pedi à vara exatamente a lista IMPRESSA (lógico que impressa, até mesmo para poder analisá-la) de processos pendentes. A vara não forneceu!!!!!!!!!!! A juíza RECONHECEU O ERRO, até porque era flagrante e absurda a negativa (se não reconhecesse seu erro, seria como dizer que não há defunto com um "presunto" a seus pés). Reconheceu o erro, mas se manteve sem fornecer a lista!!!!! Sabe o que a DOUTA CORREGEDORIA fez? Arquivou a representação sem, sequer, determinar o fornecimento da lista!!!! Isso mesmo!!!! Alegou, repetindo A FALA DA PRÓPRIA VARA ACUSADA que esta teria "mostrado a lista numa tela de computador" (se quiserem podem rir). A DOUTA CORREGEDORIA nem se deu ao trabalho de averiguar se a fala da vara era verdade (é o mesmo que ouvir o ladrão e absolvê-lo de plano só porque este alega que não furtou – podem rir). Foi isso que a DOUTA CORREGEDORIA FEZ e disse que EUZINHO não tive prejuízo (ou seja, NÃO tive a lista requerida, mas segundo a DOUTA CORREGEDORIA, mesmo sem o objeto requerido, eu não tive prejuízo. Mas como assim????!!!). Senhores da OAB, para quem recorrer nesses casos? para o CNJ? tiramos da CORREGEDORIA formada pelos "pares" daqueles titulares das varas, e submetemos ao CNJ que também é formado por seus "pares"? Meu processo já estava de molho e continua de molho (talvez agora mais que antes, kkkk). Se depois desse comentário eu sentir que meu processo parou de vez, terei de marcar uma reunião nessa OAB.

  9. Muito oportuno esse desabafo/denúncia feita pelo advogado Pablo Pinto, que demonstrou muita coragem. Entendo seu desespero, que não é privilégio só seu. Eu tenho um "problema" na 1º Vara Cível que chega a ser cômico, para não dizer trágico : numa execução para cumprimento de sentença, a parte executada depositou o valor cobrado em agosto/16, encerrando a ação, fiz o pedido de levantamento no mês seguinte e ATÉ HOJE O JUIZ NÃO DESPACHOU A PETIÇÃO DE LIBERAÇÃO, sob a simples alegação de que o processo se encontrava na famosa fila. De nada adiantou os vários pedidos pessoais e petições para a desejada liberação do valor. O pior é que se for para a Corregedoria de nada vai adiantar. Muito pelo contrário. Estão aí os exemplos. Qto a falta de funcionários nas varas cíveis é outra demonstração de incompetência injustificável, tendo em vista a GRANDE quantidade de dinheiro que é arrecadado (compulsoriamente) e controlado pelo próprio Tribunal de Justiça no tal Fundo de Desenvolvimento da Justiça – FDJ (que é claramente inconstitucional), advindo de forma automática de todos os atos praticados pelos Ofícios de Notas do Estado sobre todo tipo de escrituras públicas, reconhecimentos de firmas, autenticações, registros, averbações, etc, há vários anos. Existe milhões de reais depositados, quantia que aumenta diariamente. Se pelo menos uma pequena parte desse dinheiro também fosse revertido para o aparelhamento das secretarias cíveis, inclusive com contratação de pessoal qualificado, já resolveria muita coisa de atraso nos procedimentos processuais, e deixaria alguns juízes de "saia curta", pois não teriam mais essa desculpa.

  10. Se fossem apenas as varas. Processo de um conhecido foi distribuído a uma desembargadora em 2013. Em 2014, após alguns andamentos, foi concluso ao gabinete. Apenas em 21017 foi julgado. A desembargadora deu voto pela incompetência da Justiça Estadual e remeteu para a Federal. Sem falar que esse processo rola desde 2009.
    As varas do interior funcionam a base de estagiários e servidores cedidos (sem capacidade técnica). Ai, sobrecarregam os juízes, pois, todos os meses são ajuizadas várias ações.

  11. Tenho um processo nessa vara concluso pra sentença (só aguardando a decisão do juiz) há exatos quatro anos.

  12. Tenho um processo que apenas aguarda a assinatura do juiz faz mais de 4 meses, apenas aguardando a canetada dele. Detalhe é no juizado especial, que deveria ser mais "célere" e o processo já faz uns 3 anos !

  13. Não é só lá não, já é uma coisa quase generalizada! Uma vez lá no complexo judiciário em Potilândia me informaram uma sala errada três vezes, quase perdi a audiência. O estagiário que me atendeu me informou o lugar errado, logo em seguida mais duas pessoas que eram funcionários, um deles me levou até a sala, pasmem! Sala errada! Se não fosse meu Advogado, que já sabe que isso é corriqueiro lá, eu estaria rodando até hoje. O tribunal não faz concursos a muito tempo, os estagiários ganham uma bolsa e os funcionários cedidos umas gratificações. Nós sabemos que estágios são para aprender e não para trabalhar no lugar dos funcionários. Isso não é economia, que o TJ se orgulha tanto em dizer que faz! Isso é atraso nos processos! Incompetência!

  14. O judiciário economiza contratando estagiários e funcionários municipais ou estaduais cedidos, que não possuem qualificação na àre. Isso não é economia às custas de tanta incompetência.

  15. Já vi processo da 5ªvara cível ter sentença prolatada que demorou 1 ano e 1 mês para ser enviada para publicação no Diário!!!!!

    Além da situação da 5º vara cível, deveriam também verificar a 2ª Vara Cível, onde os processos nunca andam e quando andam, andam errados porque os servidores não se dão nem ao trabalho de ler os autos e o juiz parece ter a mesma atenção e dedicação…ou seja, zero

  16. Sabe a diferença de um juiz para Deus ??? É que Deus não se acha juiz ….já esses nobres ?
    50% dessa culpa é a própria OAB ,aonde os presidentes só pensa na vaga para desembargador do quinto constitucional,a única ,digo ; ÚNICA PROFISSÃO NO BRASIL que tem 2 meses de férias + férias forense são os magistrados,cadê a OAB que coloca a boca no trombone???

  17. Meu caro colega esse é o sentimento de todos! E a sociedade vai pagando a fatura. Até quando?

  18. Na verdade, ao que vemos nos corredores, todas as varas cíveis estão sem estrutura. Não existe servidores em número suficiente para atender a demanda. Se existem varas criminais com 9 ou 10 servidores para atender 400 processos, existem cíveis com 5 servidores para 4000 processos. O Tribunal não faz remanejamento de servidores porque esses não querem. Assim, não há juiz que dê conta. São distribuídos mais de 100 processos novos por mês nas cíveis, o que só aumenta o número e não tem quem dê conta. É distribuir, treinar e punir servidor que não trabalhar. Além do que, o Tribunal deveria impor a carga de dois expedientes para os servidores. Pela tarde, nas secretarias, só ficam os juízes, praticamente. Na justiça federal, por vara, são quase 20 servidores. Como pode se culpar a 5. vara? Não depende do juiz apenas.

  19. Estamos aguardando as alegações que estão submetidos a trabalho escravo. E que somente com um incremento de 100% nos vencimentos (da mesma forma que a desembargadora Luislinda) eles passarão a produzir melhor.
    Sugestão: implantar um sistema digital de avaliação de desempenho/atendimento nos mesmos moldes da UBER.

  20. Férias a mais, licenças prêmio, folgas e cursos fora do Estado, por meses, até mesmo no exterior e pago pela população são também contados para a morosidade?

  21. BG
    Um judiciário CARÍSSIMO e cheios de previlegios para retorno ZERO para sociedade Brasileira. Até quando iremos TOLERAR isso???????>

  22. Ah se fosse só essa. Inclua nesse rol a 7a. Vara tb. Aguardo decisão de um processo só faz 12 (DOZE) ANOS. Agora em maio/2018 completará 13 (TREZE) e nada de solução definitiva. Todos os dias vejo o site e não sei como desde 06/2016 está na mesa do juiz aguardando…… Fazer o que?

  23. E dá-lhe feriado pra o judiciário. A aristocracia do século 21 (leia-se: no Brasil). Países de primeiro mundo não tem disso.

    1. Falou tudo, compartilho do seu comentário!
      Verdadeira nova aristocracia!

  24. Sei muito bem o que é isso nobre colega, e o pior que isso não só privilégio da 5a Vara não. Ouvidoria é balela.

  25. A justiça é assim: um sempre defendendo o outro "intra muros" nada de providências! O cidadão que necessita dela que se fôda. Mas garanto que as duas férias anuais, os recessos do judiciário, o auxílio moradia o juiz deve estar recebendo.

    1. Se fosse só está vara, mas são em todas processos se arrastam por anos esperando uma decisão ou melhor uma dádiva dos deuses dos tribunais!!!

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Política

Maioria desaprova Lula: pesquisa mostra 51% contra o governo e 56% dizem não confiar no presidente

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta terça-feira (10) mostra que o governo do presidente Lula (PT) é desaprovado por 51% dos brasileiros, enquanto 43% afirmam aprovar a gestão. Outros 6% disseram não saber ou preferiram não responder.

Em relação ao levantamento anterior, feito em dezembro, houve leve oscilação: a aprovação subiu um ponto (de 42% para 43%) e a desaprovação caiu um ponto (de 52% para 51%).

Quando perguntados sobre a avaliação do governo, 40% classificam a gestão como ruim ou péssima, enquanto 33% dizem que é boa ou ótima. Outros 24% consideram regular e 3% não souberam responder. Na comparação com dezembro, a avaliação negativa permaneceu no mesmo patamar, enquanto a positiva subiu três pontos percentuais.

O levantamento também mediu o nível de confiança no presidente. Para 56% dos entrevistados, Lula não é confiável, enquanto 40% afirmam confiar no chefe do Executivo. Outros 4% não souberam ou não responderam. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa divulgada em dezembro.

A pesquisa ainda mostra percepção negativa sobre o governo e a economia. Para 43% dos brasileiros, a gestão Lula está pior do que esperavam, enquanto 28% dizem que está igual e 25% afirmam que está melhor.

Já sobre a situação econômica do país, 42% avaliam que piorou, 27% dizem que melhorou e 28% consideram que permaneceu igual. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

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Política

Senado aprova criação de 17,8 mil cargos e reajustes no governo Lula com impacto de até R$ 5,3 bilhões

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (10) um projeto do Executivo que cria 17,8 mil novos cargos no serviço público federal e prevê reajustes salariais para servidores. A proposta foi aprovada em votação simbólica e agora segue para sanção do presidente Lula (PT). Segundo o governo, o impacto estimado das mudanças pode chegar a R$ 5,3 bilhões em 2026.

De acordo com o Projeto de Lei nº 5.874/2025, serão criados 16,3 mil cargos no Ministério da Educação (MEC) e 1,5 mil no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O texto também prevê unificação de carreiras, ajustes em remunerações e gratificações, além da criação de novas funções. O governo estima que as medidas podem atingir mais de 200 mil servidores, entre ativos e aposentados.

O valor está previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, mas o gasto total depende da implantação de novos institutos federais e da realização de concursos públicos. O projeto já havia sido aprovado pela Câmara no início de fevereiro e, no Senado, teve relatoria do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), que manteve o texto aprovado pelos deputados.

A proposta também autoriza a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano, com sede em Patos (PB), a partir do desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB). Outra mudança prevista no texto altera o processo de escolha de reitores das universidades federais, acabando com a lista tríplice e estabelecendo eleição direta para reitor e vice-reitor.

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Economia

Preço da gasolina dispara e já chega a R$ 7,19 em Natal, aponta pesquisa do Procon

Foto: Reprodução

Abastecer em Natal está pesando ainda mais no bolso do motorista. Pesquisa divulgada pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) mostrou aumento nos preços de todos os combustíveis vendidos na capital. Em alguns postos, a gasolina comum já chegou a R$ 7,19.

O levantamento compara os valores praticados atualmente com a pesquisa anterior do órgão. Mesmo sem anúncio oficial de reajuste pela Petrobras, os preços subiram nas bombas.

Segundo o núcleo de pesquisa do Procon, a alta pode estar ligada à valorização do barril de petróleo no mercado internacional e à variação do dólar, fatores que impactam custos de transporte e logística na cadeia de distribuição.

A pesquisa também identificou diferenças de preço entre regiões da cidade. A zona Leste apresentou algumas das menores médias: gasolina a R$ 6,88, etanol a R$ 5,80 e gás natural veicular (GNV) a R$ 5,04. O diesel comum teve menor média na zona Sul, a R$ 6,53, enquanto o diesel S-10 apareceu mais barato na zona Oeste, por R$ 6,57.

Entre os menores preços registrados, a gasolina e o etanol mais baratos foram encontrados nas Rocas, por R$ 6,37 e R$ 5,37, respectivamente. O diesel S-10 mais em conta apareceu no Alecrim, por R$ 6,38, e o GNV mais barato foi registrado em Lagoa Nova, a R$ 4,95.

A pesquisa também apontou variações significativas entre os postos: o etanol chegou a ter diferença de R$ 0,92, enquanto a gasolina variou até R$ 0,80.

Segundo o Procon Natal, 87% dos postos estão com preços acima da média para gasolina, 77% para etanol e 82% para diesel comum. Os dados completos do levantamento estão disponíveis no site do órgão.

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Polícia

VÍDEO: Operação Liberdade: confronto com a polícia deixa dois suspeitos mortos e menor apreendido em Tibau do Sul

Imagens: Divulgação/PCRN

Dois suspeitos morreram e um adolescente foi apreendido durante mais uma fase da “Operação Liberdade”, realizada nesta terça-feira (10) pela Polícia Civil, em ação conjunta com a Polícia Militar, no município de Tibau do Sul, no litoral sul.

Segundo a investigação, o grupo é suspeito de participação na execução de um integrante de uma facção rival, crime ocorrido no dia 4 de março. Ao todo, sete integrantes de um grupo criminoso teriam participado da ação. Além do homicídio, os suspeitos também teriam roubado um veículo e efetuado disparos de arma de fogo contra um cidadão.

Durante diligências realizadas na praia de Barreta, três suspeitos foram localizados pelas equipes policiais. De acordo com a polícia, no momento da abordagem eles reagiram e atiraram contra os agentes, o que levou ao uso proporcional da força.

Dois suspeitos foram baleados, chegaram a ser socorridos para uma unidade hospitalar, mas não resistiram aos ferimentos. Um adolescente também apontado como participante do crime foi apreendido.

Na ação, foram apreendidos um revólver calibre .38 com 22 munições intactas e duas deflagradas, uma espingarda calibre 12 com dois cartuchos deflagrados e uma granada artesanal. O menor foi levado à delegacia e depois encaminhado ao sistema socioeducativo, onde permanece à disposição da Justiça.

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Judiciário

Moraes já acumula 47 pedidos de impeachment no Senado — e nenhum saiu do papel

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro do STF Alexandre de Moraes já é alvo de 47 pedidos de impeachment protocolados no Senado desde 2021, segundo levantamento que inclui o mais recente requerimento apresentado pelo partido Novo com apoio do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. As solicitações foram apresentadas por cidadãos, parlamentares e entidades, mas nenhuma avançou para tramitação até agora, conforme o SBT News.

Os pedidos têm como base a chamada Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950) e o artigo 52 da Constituição, que estabelece que cabe ao Senado julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. A legislação permite que qualquer cidadão apresente esse tipo de denúncia contra ministros da Corte.

O primeiro grande volume de representações surgiu em 2021, durante o período de tensão entre o STF e aliados do então presidente Jair Bolsonaro (PL). Naquele momento, Moraes conduzia investigações sobre atos antidemocráticos, ataques às instituições e redes de desinformação.

Mesmo com o número elevado de pedidos, todos continuam parados, porque a decisão de aceitar ou arquivar cabe ao presidente do Senado, atualmente Davi Alcolumbre. Segundo o advogado constitucionalista André Marsiglia Santos, nunca houve um impeachment de ministro do STF no Brasil, o que torna qualquer eventual processo algo inédito na história do país.

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Política

Rogério Marinho pede que CPMI questione STF sobre acesso de Moraes a dados sigilosos de Vorcaro

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL), apresentou requerimento para que a CPMI do INSS questione o STF sobre possível acesso do gabinete do ministro Alexandre de Moraes a documentos da investigação envolvendo o caso Master. O pedido foi encaminhado ao presidente da comissão, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), conforme a coluna Igor Gadelha, do Metrópoles.

No requerimento, Marinho solicita que a CPMI pergunte ao STF a quais bases de dados o gabinete de Moraes teve acesso no âmbito do caso que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro. A iniciativa surge após uma nota oficial divulgada pelo ministro na semana passada.

Na manifestação, Moraes negou ter recebido mensagens de Vorcaro no dia da primeira prisão do banqueiro e afirmou que seu gabinete teve acesso a uma “análise técnica” de dados telemáticos — informações de comunicações e registros digitais — ligados ao investigado.

Para Marinho, no entanto, a explicação levanta dúvidas. Segundo o senador, a conclusão apresentada na nota “pressupõe o acesso integral” ao acervo telemático de Vorcaro e poderia ir além do material que se tornou público na imprensa. No requerimento, ele afirma que a situação precisa ser esclarecida pela CPMI.

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Política

Justiça bloqueia R$ 562 milhões de sindicato ligado a irmão de Lula em ação do INSS

Foto: Reprodução

A Justiça Federal do DF determinou o bloqueio de até R$ 562.453.014,27 do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi). A decisão também atinge o presidente da entidade, o sindicalista Milton Baptista de Souza Filho, conhecido como Milton Cavalo. O Sindnapi tem como vice-presidente José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão mais velho do presidente Lula (PT). No entanto, ele não é citado na decisão judicial.

A medida foi determinada pelo juiz federal José Márcio da Silveira e Silva, titular da 7ª Vara Cível da Seção Judiciária do DF, em processo movido pelo INSS para tentar recuperar valores que teriam sido descontados indevidamente de aposentados e pensionistas, conforme a coluna Andreza Matais, do Metrópoles.

Na decisão, o magistrado afirma que o sindicato e seu presidente teriam atuado de forma estruturada para receber e ocultar recursos obtidos por meio de descontos indevidos nos benefícios. Segundo o processo, as apurações apontam movimentação financeira de R$ 2,56 bilhões, com indícios de aumento patrimonial incompatível com a renda declarada dos envolvidos e possível prejuízo aos cofres públicos.

O juiz também registrou que arquivos enviados ao INSS pelo sindicato foram criados apenas em junho e julho de 2024, após a autarquia exigir comprovação de autorização dos aposentados para os descontos. Para o magistrado, isso pode indicar tentativa de justificar cobranças já feitas.

A decisão ainda menciona repasses de pelo menos R$ 8,2 milhões a empresas de familiares de dirigentes, além de crescimento expressivo na arrecadação da entidade, que passou de R$ 23 milhões em 2020 para R$ 154,7 milhões em 2024, segundo dados públicos.

Após investigações e a criação de um sistema para cancelamento automático de filiação, o sindicato perdeu cerca de 98% dos filiados, caindo de 317 mil para cerca de 5 mil inscritos.

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Política

ÁUDIO: Nina Souza decide deixar União Brasil e reforça plano eleitoral: “página virada”

Áudio/Imagem: Reprodução/98 FM Natal

A secretária de Assistência Social de Natal e vereadora licenciada, Nina Souza, confirmou nesta terça-feira (10) que vai deixar o União Brasil. A declaração, em entrevista à 98 FM Natal, foi logo após o diretório estadual do partido decidir que não concederá cartas de anuência para filiados que pretendem trocar de legenda nas eleições deste ano.

Mesmo com a posição da sigla, Nina afirmou que seguirá com seus planos políticos. Segundo ela, entende as consequências da decisão, mas destacou que seus mandatos foram conquistados diretamente nas urnas. Ela também lembrou que participou da construção e do fortalecimento do partido em Natal nos últimos anos.

A secretária afirmou ainda que não pretende entrar em disputa política ou judicial com o diretório do União Brasil. De acordo com Nina, o foco agora é seguir em frente e preparar o próximo passo eleitoral.

A estratégia, segundo ela, é disputar as eleições por uma nova legenda, que deve ser o PL. “Vou para a minha missão. Minha missão será em uma nova legenda, e vou entregar ao povo do RN o meu destino político, com muita tranquilidade, sem brigas, sem embates com ninguém. Para mim, é página virada”, afirmou.

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Polícia

OPERAÇÃO CAPTURA: dois condenados por crimes sexuais contra crianças são presos em Natal

Foto: Divulgação

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (10), dois homens condenados por crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes em Natal. As prisões ocorreram durante a “Operação Captura”, após o cumprimento de mandados expedidos pela Justiça.

De acordo com as investigações, os mandados foram determinados após decisão condenatória transitada em julgado, quando não existe mais possibilidade de recurso.

Um dos presos, de 50 anos, foi condenado pelo crime de estupro qualificado. O outro, de 57 anos, foi condenado por estupro de vulnerável, quando a vítima é considerada incapaz de consentir.

Após as diligências, os dois homens foram levados à delegacia para os procedimentos legais. Em seguida, foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça para cumprir as penas.

A Polícia Civil reforçou a importância da colaboração da população e informou que denúncias anônimas podem ser feitas por meio do Disque Denúncia 181.

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Geral

Do anonimato ao protagonismo: Lajes amplia celebrações do legado de Alzira Soriano

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Lajes irá ampliar neste ano as celebrações dedicadas a Alzira Soriano, uma das figuras mais marcantes da trajetória política brasileira. Foi na cidade que, em 1929, Alzira Soriano entrou para a história como a primeira mulher eleita prefeita da América Latina, abrindo caminho para a participação feminina na política.

As homenagens, que tradicionalmente acontecem na Semana Alzira Soriano, irão ser ampliadas em 2026 com apoio dos governos estadual e federal, reforçando a importância da líder lajense.

Para o prefeito Felipe Menezes, essas parcerias são fundamentais para fortalecer as celebrações e garantir que a memória de Alzira Soriano continue sendo valorizada e divulgada.

Foto: Divulgação

“As parcerias são fundamentais porque ajudam a viabilizar ações importantes, geram economia para os cofres do município e ainda movimentam a cidade. Lajes está de portas abertas para todos que queiram contribuir com o desenvolvimento do município.”, destacou.

Mais do que uma homenagem, a iniciativa reforça o movimento que o município vem realizando para resgatar, preservar e projetar o legado de Alzira Soriano, fazendo com que sua história continue inspirando novas gerações.

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