Alerj aprova soltura de Picciani, Albertassi e Paulo Melo

Os deputados da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) decidiram, em sessão extraordinária na tarde desta sexta-feira (17), libertar os deputados Paulo Melo, Edson Albertassi e Jorge Picciani, presos na quinta-feira (16). Às 16h35, foram contabilizados 39 votos a favor do parecer da CCJ que solta os parlamentares, contra 17 votos para manter a prisão.

Em uma sessão reservada, os sete deputados que fazem parte da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa emitiram um projeto de resolução que determina a liberdade dos parlamentares presos pela operação Cadeia Velha.

O projeto seguiu para votação no plenário da Alerj por volta das 15h30. Para ser aprovado, o parecer precisaria de 36 votos a favor, que foram obtidos por volta das 16h30.

R7

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Comentários:

  1. Waldemir disse:

    Quero deixar uma coisa clara
    Se prenderem um parente seu você faz uma reunião com a família e se ela achar que eles deve ser solto tem que soltar
    Justiça igual para TODOS

  2. silva disse:

    eu acho que o Brasil é o único pais da terra aonde o crime compensa

  3. Ana disse:

    Isso é um cabaré, esse país. A JUSTIÇA perdeu totalmente o restinho de moral que ainda tinha. Os políticos decidindo quem dos pares deles pode ser preso, já viu né, festa geral dos bandidos. URGENTE, ESSES MILITARES TEM QUE SAIR DO QUALTEL, FAZER UMA LIMPA GERAL, E COLOCAR A PORCARIA DESSE PAIS NOS EIXOS. SE ELES NAO COMSEGUIREM ISSO ,PODE FECHAR ESSE CABARE.

    • jorge luiz rezende disse:

      Concordo plenamente com voce amigo, só os militares para acabar com essa palhaçada.

  4. CURITIBA JÁ disse:

    Já passou da hora dos Homens de verde tomar conta desta zona, virou um verdadeiro circo onde os palhaços sao as pessoas de bem, é ladrão protegendo ladrão e fica por isto mesmo, é repugnante

  5. Carlos Bastos disse:

    Obrigado Ministra Carmem Lucia Presidente do STF, mais três Ladrões foram solto, viva o Brasil

    • Claudionor disse:

      Sem querer defender a ministra, embora ela tenha decidido com entendimento pessoal, porém, a situação daquele momento de Aécio nada se iguala a estas ocorrências que vêm ganhando lugar. Na decisão tratada, não havia que se falar em prisão. Se, desavergonhadamente estão dando amplitude ao decidido no STF, a culpa é dessa cambada sem freios. Verdade seja dita.