Marcelo exibe o resultado de seu esforço e determinação.
O jornalista Marcelo Soares tinha 144 quilos, falta de ar, dores na coluna, dificuldade de andar e pré-diabetes quando tudo começou, em 6 de março de 2017.
“Eu comia tudo que queria e não me via uma pessoa gorda. Achava que aquele era meu corpo e que eu era daquele jeito”, relatou Marcelo ao blog.
Abrir mão do engano que infligia a si mesmo foi uma decisão provocada pelo agravamento dos problemas que começaram a comprometer sua saúde. Procurou ajuda, mas não tinha tanta esperança. Para piorar, os primeiros 15 dias de dieta foram desesperadores.
“Foram dias muito difíceis. Sua cabeça não muda do dia para noite. Eu ainda tenho cabeça de gordo. Tenho vontade de comer besteira”, desabafa. Para não cair em tentação, se lembra de onde veio. “Só vou conseguir algo diferente, realizando coisas diferentes”.
Nos primeiros dias de academia, ouviu do instrutor que a meta seria perder 40 quilos como objetivo inicial. “Eu disse que ele estava louco. Jamais conseguiria perder aquilo tudo”. Em 2 de novembro passado, antes do tempo previsto, estimado em dezembro, os 40 quilos haviam se dissipado em suor e esforço e documentado na conta do Instagram @superacaomhps.
“O que me ajudou também foi ver os resultados dos primeiros 50 dias, quando eu perdi 14 quilos e percebi que o que eu estava fazendo funcionava e me estimulava”, explica o jornalista.
Mas a partir daí a dificuldade aumentou. O metabolismo se acostumou à dieta e exercícios e perder peso ficou mais difícil. Marcelo já perdeu 42 kg e está com 102 Kg. Com 1,78 m, espera chegar aos 82 kg.
Novos hábitos, novas possibilidades. Antes, ele sequer conseguia se baixar para amarrar o cadarço do sapato. Hoje, já participou de duas corridas de rua. O salário, que antes era para gastar basicamente com comida, tem atualmente outra finalidade.
“Hoje eu gasto com outras coisas. Roupas, por exemplo. Antes eu não vestia o que queria, mas o que cabia. Hoje eu escolho o que comprar”, conta ele, que saiu do manequim GG para M.
“Eu estou muito feliz, cada vez mais realizado. Meu sono melhorou, minha disposição melhorou. A mudança física é evidente, mas o ganho para a saúde é imensurável”, comemora o campeão.
Perder peso tem uma grande influencia psicológica. Até mesmo a cirurgia bariátrica, que nunca tive coragem de fazer. Em outubro de 2014 estava pesando 132 kgs e resolvi perder ou eliminar peso, sem neurose e lentamente. Coloquei como meta perder no máximo 1,5 kg por mês. Ao final de um ano perderia 18 kgs. Portanto sem nenhum desespero perdi em três anos, até Outubro de 2017 perdi 43 kgs. Dei uma relaxada e recuperei alguns kilos, mas tenho a tranquilidade psicológica que não serei mais gordo. Sai de calça 60 para 48 e ainda mantenho esse numero de calça e camisa M ou G. Um detalhe interessante é que nesses três anos não fiz um exercício físico sequer, sem dentro de um carro para qualquer deslocamento e sei que necessito fazer para readquirir massa muscular…..
Precisamos sempre nos espelhar em exemplos assim. Isso resgata a confiança em nós mesmos, que tudo é uma questão de foco e perseverança. Parabéns ao jornalista. Que sirva de lição para quem tem qualquer projeto e reluta em dar o ponta pé inicial. Grande exemplo!
Acompanhei de perto essa mudança, sei o quanto foi difícil porque ele já havia tentado perder peso outras vezes sem sucesso (perdia e ganhava tudo de novo). O que fez a diferença desta vez foi a determinação, Marcelo estava realmente focado. A orientação profissional também foi crucial nesse processo.
Vibro com sua vitória, meu amigo, feliz demais por você. Parabéns pelo resultado!
Parabéns – Um exemplo para as pessoas se estimularem e buscar perda de peso de uma forma saudável e natural sem recorrer a cirurgias de redução de estômago sem necessidade. Show
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), sancionou nesta segunda-feira (15) a lei que institui o Dia da Esposa do Pastor Evangélico na capital potiguar. A publicação consta na edição do Diário Oficial do Município (DOM).
De acordo com a Lei nº 8.134, a celebração acontecerá anualmente no primeiro domingo do mês de março.
A proposta é de autoria da vereadora Camila Araújo (PL). O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal de Natal antes da sanção do Poder Executivo.
Na justificativa apresentada ao Legislativo, a vereadora defendeu a importância do reconhecimento às esposas de pastores evangélicos.
Segundo Camila Araújo, a criação da data representa um avanço na valorização dessas mulheres, que desempenham um papel de apoio dentro das comunidades religiosas.
A parlamentar destacou ainda que muitas delas dedicam suas vidas ao trabalho realizado ao lado dos maridos e contribuem diretamente para o fortalecimento das atividades desenvolvidas pelas igrejas.
Além disso, a justificativa ressalta a atuação dessas mulheres como suporte emocional e referência espiritual para suas famílias e comunidades.
Com a sanção da nova legislação, o Dia da Esposa do Pastor Evangélico passa a integrar o calendário oficial de datas comemorativas de Natal.
A iniciativa reconhece a participação dessas mulheres nas atividades religiosas e sociais desenvolvidas pelas igrejas evangélicas da cidade.
Nos próximos anos, a celebração acontecerá sempre no primeiro domingo de março, conforme estabelece a legislação municipal.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 15, que poderá impor tarifas de 100% sobre vinhos franceses caso a França mantenha o imposto aplicado a empresas norte-americanas de tecnologia.
Segundo Trump, o aviso foi feito diretamente ao presidente francês, Emmanuel Macron. O republicano exige a revogação da taxa de 3% cobrada sobre receitas obtidas por gigantes digitais dos EUA em território francês.
Em entrevista ao jornal New York Post, Trump disse que a França não deveria tributar empresas norte-americanas. Se os Estados Unidos mantiverem a cobrança, os produtos franceses poderão sofrer novas barreiras no mercado norte-americano.
“Tudo o que ele precisa fazer é acabar com o imposto sobre vendas, e não enfrentará esse tipo de pressão”, afirmou o presidente. A Casa Branca e o Palácio do Eliseu não comentaram as declarações.
A ameaça de Trump reacende uma disputa iniciada ainda em seu primeiro mandato. Desde 2019, a França cobra uma taxa de 3% sobre a receita obtida com serviços digitais por empresas que faturam mais de € 25 milhões no país e € 750 milhões no mundo.
O governo francês argumenta que a medida busca tributar grandes plataformas digitais que operam no país. Washington, por sua vez, considera a cobrança discriminatória contra empresas norte-americanas.
Representantes do setor de vinhos e destilados da França reagiram com preocupação à possibilidade de novas tarifas. O segmento depende fortemente das exportações para os Estados Unidos.
As bebidas alcoólicas estão entre os principais produtos exportados pela União Europeia para o mercado norte-americano. Dados da Eurostat mostram que o setor movimentou cerca de € 9 bilhões em 2024.
Atualmente, vinhos e destilados europeus enfrentam tarifa de 15% para entrar nos Estados Unidos. Produtores franceses pressionam Bruxelas para eliminar a cobrança desde o acordo comercial firmado entre Washington e a União Europeia no ano passado.
A falcoaria diminuiu pela metade o número de acidentes envolvendo aviões militares com pássaros em Natal. Agora, a Força Aérea Brasileira vai levar o projeto para o Sul do país. O projeto existe na FAB desde 2022 e os números já surpreendem.
Em quatro anos, a Base Aérea de Natal registrou uma redução de 50% nas colisões envolvendo aves nas áreas de pouso e decolagem. O resultado reforça a importância do monitoramento da fauna para garantir mais segurança às operações aéreas. Atualmente, são quatro gaviões da espécie Asa-de-telha.
A próxima fase é levar o projeto para as bases aéreas de Canoas e Santa Maria, ambas no Rio Grande do Sul.
O caos lulista deixou um cenário de terra arrasada no Brasil. Juros, inadimplência, inflação e uma crise fiscal que ameaça as principais políticas públicas do País.
Chegou a hora de mudar isso. O Brasil quer e pode muito mais! pic.twitter.com/kdt6XtokfG
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta 2ª feira (15.jun.2026), que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixa um “legado de dívida e fome”, durante participação no evento Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo.
Em entrevista ao e CEO do Grupo Abril, Mauricio Lima, o congressista afirmou que o Brasil vive um cenário de deterioração econômica e social e disse que o país não comporta mais um novo mandato do atual presidente. “O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT”, afirmou.
Flávio Bolsonaro também usou termos mais duros ao se referir ao PT. Em outro momento da conversa, defendeu que o país precisa “livrar do câncer chamado PT”, em crítica direta à sigla.
Ao longo da entrevista, o senador atribuiu ao governo federal a piora das contas públicas e da situação econômica. Segundo ele, a atual gestão ampliou gastos fora do arcabouço fiscal e agravou o quadro fiscal do país. “O Lula gastando mais de 200 bilhões de reais fora do arcabouço fiscal único e exclusivamente para tentar enganar o povo brasileiro mais uma vez dando bondades”, disse.
O pré-candidato também afirmou que a política econômica do governo impacta diretamente o custo de vida da população e o acesso ao crédito. “O brasileiro não tem mais o poder de compra”, afirmou, ao citar juros altos e dificuldade de financiamento para pequenos negócios.
Na avaliação de Flávio Bolsonaro, o cenário econômico se reflete em problemas sociais mais amplos, incluindo pobreza e insegurança alimentar. Ele afirmou que o país enfrenta “legado de dívida e fome”, além de “desespero e violência”, atribuindo a situação à condução do governo Lula.
Durante a entrevista, o senador ainda criticou o modelo de gestão pública e afirmou que o Estado vem ampliando despesas e impostos, o que, segundo ele, contribui para o endividamento das famílias e para o enfraquecimento da atividade econômica.
Associações de policiais civis publicaram notas de repúdio nesta segunda-feira contra uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na última quarta-feira, em uma fala feita durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, Lula afirmou que os brasileiros têm medo de entregar celulares roubados em delegacias por não saberem que “tipo de policial” vão encontrar.
A declaração do petista se deu durante um discurso sobre um plano do governo federal para estimular a devolução de smartphones aos seus donos. A proposta prevê um sistema de envio de notificações a celulares roubados para que aquele que esteja em posse do aparelho saiba da origem ilícita. Os celulares poderão ser devolvidos em agências dos Correios.
— Eu vou efetivamente despachar o sinalzinho para quem tiver com o telefone roubado devolver, porque senão pode ter consequências. A dúvida é que eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no correio. Na delegacia, as pessoas têm até medo, porque não sabem o tipo de delegado que vão encontrar ou o tipo de policial. Então, vamos tentar no correio — disse Lula.
ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO BRASIL (ADEPOL)
A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) publicou na manhã desta segunda-feira uma nota de repúdio à declaração do presidente, que classifica como “inadequada, injusta e descontextualizada”. Para a Adepol, a afirmação de que seria mais seguro devolver um aparelho roubado nos Correios “transmite à sociedade uma percepção generalizada de desconfiança em relação às Delegacias de Polícia e aos profissionais que nelas atuam, o que não corresponde à realidade”.
“A arrecadação, apreensão, custódia e análise de aparelhos celulares no âmbito de investigações criminais submetem-se a procedimentos legalmente estabelecidos, formalizados e documentados, sujeitos à fiscalização interna e ao controle externo exercido pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público”, diz a nota.
SINDICATO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO (SINDESP)
O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindesp) também criticou a fala do petista e disse apoiar a nota divulgada pela Adepol.
“Delegados de Polícia e policiais civis desempenham papel essencial na investigação criminal, na recuperação de bens subtraídos e na proteção da sociedade. O respeito às instituições é fundamental para o fortalecimento da segurança pública e da confiança da população”, afirmou o sindicato.
SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DE PERNAMBUCO (SINPOLPE)
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpolpe) também publicou uma nota de repúdio, na qual afirma que o presidente demonstrou “um desconhecimento abissal sobre a complexidade da área”.
“Ao invés de discursos rasos e sem profundidade, o país demanda uma liderança que se cerque de especialistas, crie políticas públicas eficazes e fortaleça as instituições policiais”, diz o sindicato.
O Sinpolpe afirma ainda que “cada pronunciamento do Presidente Lula sobre o tema reafirma um despreparo alarmante”.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS (COBRAPOL)
A Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), por sua vez, disse reconhecer “a importância de iniciativas voltadas ao enfrentamento do mercado ilegal de celulares”, mas criticou generalizações que “geram interpretações equivocadas sobre a atuação das Polícias Civis e de seus profissionais”.
“A Cobrapol entende que o fortalecimento da confiança da sociedade nas instituições públicas passa, necessariamente, pela valorização e pelo reconhecimento dos profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública”, diz a nota.
FRENTE PARLAMENTAR DE SEGURANÇA PÚBLICA
Na Câmara dos Deputados, a fala do petista levou o presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, o deputado coronel Alberto Fraga (PL-DF), a publicar uma nota na mesma linha.
No texto, o parlamentar afirma que Lula lançou “injustificadamente” suspeitas sobre o trabalho das Polícias Civis, “atingindo a honra e a credibilidade” dos agentes.
OUTRA DECLARAÇÃO QUE GEROU REPERCUSSÃO
Essa não foi a única controvérsia levantada pela fala de Lula no Conselhão. No mesmo discurso, o petista afirmou que “rico não compra telefone roubado”, mas pobres sim.
— Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Todo mundo gosta. Essa inquietação econômica de quem tá com telefone roubado mexeu com a minha cabeça. Eu não posso ficar com essa dúvida, porque o telefone seguro vai deixar 200 milhões de brasileiros tranquilos de que eles não vão ter mais o seu celular roubado — disse o petista.
O deputado estadual por São Paulo, Delegado Olim, repudiu a fala do presidente Lula afirmando que pessoas têm medo de devolver celulares roubados nas delegacias por não saber que tipo de delegados e policiais vão encontrar por lá.
“Ele não confia nos delegados e policiais que lá trabalham. Ele é um ex-presidiário, ele tá falando da sua Polícia Federal também. Ele está falando de todas as instituições policiais. O senhor falou uma bobagem que não dá pra acreditar”, afirmou Olim.
“Sabe quem não gosta das polícias? Ladrão que nem o senhor”, completou o deputado.
O Rio Grande do Norte está entre os 16 estados brasileiros que registram perdas de água acima da média nacional. Segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da GO Associados, quase metade da água tratada no estado é perdida durante a distribuição, principalmente por vazamentos, falhas de medição e ligações irregulares.
Em todo o país, o desperdício médio chega a 39,53%, o equivalente a 2,8 bilhões de metros cúbicos de água por ano — volume suficiente para abastecer toda a população do Canadá durante um ano.
O Brasil tem como meta reduzir as perdas para 25% até 2033, conforme previsto pelo Novo Marco Legal do Saneamento. No entanto, especialistas avaliam que o avanço tem sido lento e colocam em dúvida o cumprimento da meta dentro do prazo estabelecido. O estudo foi elaborado com base em dados de 2024 do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa).
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento de Eduardo Bolsonaro por suposta coação no curso do processo. Com a decisão, a análise da denúncia está mantida para esta terça-feira (16).
A DPU também pediu a convocação de um quinto ministro para completar a composição da Primeira Turma, atualmente com quatro integrantes, mas o pedido foi negado. Moraes afirmou que não há prejuízo à defesa e lembrou que, em caso de empate, prevalece a decisão mais favorável ao réu.
A Procuradoria-Geral da República acusa Eduardo Bolsonaro de atuar junto a autoridades estrangeiras para pressionar instituições brasileiras e interferir em processos envolvendo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A defesa contestou a acusação, alegando irregularidades no processo e questionando a atuação de Moraes no caso. Eduardo Bolsonaro está fora do Brasil desde o ano passado e é representado pela DPU.
VÍDEO: Lula diz que pessoas têm medo de devolver celulares roubados em delegacias porque não sabem “que tipo de delegado ou policial vão encontrar”. https://t.co/0MhSnCUfVtpic.twitter.com/BrLz4bSPSh
O presidente Lula questionou a honestidade de delegados e policiais ao anunciar o projeto batizado de “Telefone Seguro” na última sexta-feira (12). Lula comentou como funcionaria o programa, e disse que pessoas que possuem celulares roubados receberão uma mensagem para devolverem o aparelho.
Ao comentar sobre o local onde o telefone deveria ser devolvido, o presidente disse: “Eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no Correio, porque devolver na delegacia as pessoas têm até medo porque não sabem o tipo de delegado que vai encontrar, ou o tipo de policial. Então vamos tentar que a gente vá no Correio“.
“Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi de 2,5 milhões de celulares roubados. Nós não sabemos quem roubou, mas sabemos que os telefones foram roubados“, disse Lula. “Eu ia apertar um botãozinho e passar uma mensagem dizendo que todos os dois milhões e meio de pessoas que estão com o celular roubado têm que devolver. Precisa devolver porque ele pode estar cometendo um delito e, se ele for pego, ele pode sofrer uma punição desnecessária”, completou o presidente, sobre o funcionamento do programa Telefone Seguro.
Os Estados Unidos e o Irã já assinaram o acordo para o fim da guerra no Oriente Médio. A assinatura ocorreu de forma eletrônica, disse nesta segunda-feira (15) o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, à rede norte-americana ABC.
O presidente Donald Trump afirmou, no entanto, que o texto final só deve ser divulgado após sexta-feira (19), quando acontecerá uma cerimônia formal de assinatura em Genebra, na Suíça.
Segundo a Reuters, assinaram o documento:
Donald Trump;
J.D. Vance;
e Mohammed Qalibaf, presidente do Parlamento do Irã.
O governo Trump entende que Qalibaf está autorizado pelo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, a negociar e assinar o documento em seu nome.
Segundo a Reuters, o acordo de paz prevê a abertura imediata do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio marítimo dos EUA ao Irã.
A cerimônia para a assinatura presencial marcada para sexta contará com a presença de JD Vance, segundo Trump. Ainda não se sabe, no entanto, quais outras autoridades norte-americanas e iranianas comparecerão ao evento.
De acordo com os EUA e o Irã, discussões técnicas para aprofundar o tratado entre os dois países serão iniciadas mais tarde nesta semana. O texto final do documento será divulgado após assinatura na sexta, segundo Trump.
O tratado entre EUA e Irã também prevê o alívio de sanções e descongelamento de bens de Teerã, porém isso ainda não ocorreu. Segundo a Reuters, os EUA estão prontos para fazer isso, porém aguardarão para ver a postura dos iranianos. Trump disse que não aliviará nada para o Irã “até que façam o que devem fazer”.
A fala de Trump deixa claro que a desconfiança entre Washington e Teerã permanece apesar da assinatura do acordo. O Ministério das Relações Exteriores iraniano disse nesta segunda que o país ainda nutre uma “profunda desconfiança” em relação aos EUA.
Hoje ele é meu namorado
Parabéns. Meu amigo pois eu também consegui…somos exemplos. Veja.meus resultados no meu insta…zeus_am_2003
Perder peso tem uma grande influencia psicológica. Até mesmo a cirurgia bariátrica, que nunca tive coragem de fazer. Em outubro de 2014 estava pesando 132 kgs e resolvi perder ou eliminar peso, sem neurose e lentamente. Coloquei como meta perder no máximo 1,5 kg por mês. Ao final de um ano perderia 18 kgs. Portanto sem nenhum desespero perdi em três anos, até Outubro de 2017 perdi 43 kgs. Dei uma relaxada e recuperei alguns kilos, mas tenho a tranquilidade psicológica que não serei mais gordo. Sai de calça 60 para 48 e ainda mantenho esse numero de calça e camisa M ou G. Um detalhe interessante é que nesses três anos não fiz um exercício físico sequer, sem dentro de um carro para qualquer deslocamento e sei que necessito fazer para readquirir massa muscular…..
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Parabéns – Um exemplo para as pessoas se estimularem e buscar perda de peso de uma forma saudável e natural sem recorrer a cirurgias de redução de estômago sem necessidade. Show