Política

Mais segurança e menos ‘privilégios para minorias’: eleitores de Bolsonaro dizem por que votam nele

A Folha convidou oito moradores de São Paulo, da manicure do Itaim Paulista à doutoranda do Itaim Bibi, para falarem sobre por que votarão no presidenciável do PSL em outubro. O parlamentar é o segundo pré-candidato mais bem posicionado em pesquisa Datafolha de janeiro e assume a cabeceira num cenário em que Lula (PT) está fora do jogo.

Na última pesquisa Datafolha, de janeiro, Bolsonaro chega a liderar nos cenários sem o ex-presidente Lula (PT), com até 20% das intenções de voto. Nas simulações com o petista, fica em segundo.

POR QUE BOLSONARO?

Militar da reserva e deputado desde 1991, Jair Messias Bolsonaro “responde a demandas reais de pessoas reais”. Vem do sociólogo Thiago Santos, 32, a resposta que melhor sintetiza o sentimento dos oito eleitores do presidenciável que a Folha reuniu em sua Redação, em 14 de março, a fim de entender o que os leva a vê-lo como o mais bem qualificado para ocupar o Palácio do Planalto em 2019.

“Enquanto jornalistas e intelectuais estão preocupados com banheiro unissex, ele está falando dos 60 mil assassinatos que acontecem todo ano no Brasil, falando desse massacre da classe trabalhadora”, afirma Santos, que vem de uma família de Guaianases, periferia paulistana.

Se compartilham o gosto pelo homem que veem como predestinado a “dar um jeito no Brasil”, os perfis são distintos: da manicure Priscila Medeiros, 37, e o filho Lucas, 19, ambos desempregados e moradores de Itaim Paulista (zona leste de São Paulo), à ex-coordenadora do Endireita Brasil, movimento direitista, Patrícia Bueno, 37, residente de outro Itaim, o Bibi, bairro nobre da cidade (veja acima os outros componentes do grupo).

Três deles contam ter votado no PT em algum momento. “Tenho vergonha”, diz o diretor administrativo Raphael Daniele, 34, “ex-militar e membro da Congregação Cristã”.

Justifica-se: mais jovem, “eu tinha situação boa, viajava de helicóptero, me sentia culpado [pela desigualdade social]. No fundo ele [Lula] me dava esperança que ia pegar o que estava recebendo do FHC, que resolveu a situação do real, a paridade do dólar… Eu achava que Lula pegaria tudo aquilo e profissionalizaria no sentido de distribuir a renda. Ele fez o contrário. Pegou os piores podres e profissionalizou no oposto, para destruir princípio, a base, que é a família.”

Nilson Franco, 48, é coronel do Exército na reserva e conta ter conhecido Bolsonaro pessoalmente. Aposta em sua honestidade. “Em 2002, eu brigava com você se falasse mal de Lula.” Elenca escândalos como o do pasta rosa para explicar seu desgosto com a era FHC. E hoje, o que mudou? Nada, diz. “Tem que dar um basta. Para Aécio [Neves, PSDB], R$ 2 milhões [de suposta propina]. [Antonio] Palocci [PT] são milhões e milhões. Você desanima de ser honesto. O policial ganha R$ 3.000, R$ 4.000 para levar tiro.”

Caçula da mesa, Lucas votará pela primeira vez para presidente (no pleito de estreia, em 2016, optou pelo tucano João Doria para prefeito, mas se arrependeu).
“Política é ajuda à população. Nele [Bolsonaro] ainda há um pouco disso. Ainda vê a luz no fim do túnel”, diz o jovem, que trabalhou numa ótica após terminar o ensino médio e hoje distribui currículos.

Sua mãe, Priscila, já ajudou a eleger Lula —e Tiririca para deputado, “por ser povão que nem a gente”. O que busca, diz, “é uma pessoa que se importe com o povo brasileiro”. Bolsonaro, para a manicure que estuda pedagogia, é esse cara.

Ela se diz perturbada por políticos que oferecem cestas básicas “e outras lembrancinhas” em troca de voto. “Muitos amigos têm o mesmo pensamento: votar no Bolsonaro para ter mudança, não para ter esses presentinhos.”

A birra com o populismo também está no discurso do filho. “No Nordeste, como o PT se alastrou tanto? Ia com a necessidade do povo”, diz Lucas. “Há uma semana, o que foi mais passado pela Globo? A operação [no pé do Neymar]. Se [a mídia] continuar priorizando informações banais, deixando de lado infraestrutura, médico…”

“Antes, se você falava em Bolsonaro, era exótico”, diz Thiago. “Agora, parentes que nunca tiveram contato com política falam naturalmente, mandam vídeos do Bolso.”

Patrícia, que está terminando um doutorado em ciências sociais, diz que “desde 1988 a gente tem só esquerda no Brasil, a direita foi massacrada. Claro que FHC é esquerda”.

Faltava, portanto, “um político que realmente respondesse a nós”, alguém que impedisse aqueles que “queriam causar revolução na sociedade e precisavam destruir o que pra mim é mais sagrado, a questão da própria família”, diz a filha de imigrantes que fugiram da União Soviética em 1921 (“minha família tinha militares, pessoas ligadas à propriedade de terra”, conta).

Maria Cristina Szabo, 55, trabalha “em formação de imagem política” e se candidatou, em 2016 e sem sucesso, a vereadora de Santana de Parnaíba pelo DEM. Mãe de policial civil, diz que “votará em Bolsonaro porque o que está aí a gente já tem certeza que não deu certo, até pela questão da segurança. Rio é uma vergonha nacional e internacional”.

ARMAS

A segurança é um tema caro ao grupo. Todos já dizem ter sido vítimas de algum episódio de violência. Leocádia conta que um irmão foi assassinado num assalto em Minas. Raphael, que foi ameaçado de sequestro pelo PCC. Priscila diz que perder amigos e parentes é rotina. “Um deles foi baleado no quintal de casa.”

No caso de Patrícia, a violência a encontrou dentro do lar. Seu ex-marido, diz, a ameaçou diversas vezes. “Por mais de um ano, toda a família andava com segurança. Meu pai me tirou do país. Eu não podia me defender, é uma impotência. Não adianta acreditar que o Estado vai te salvar.”

O Estatuto do Desarmamento, sancionado no primeiro ano do governo Lula, 2003, é vaiado pelos oito bolsonaristas. “Só desarmaram cidadão de bem”, afirma Priscila.

Para Patrícia, a recomendação de não reagir a um assalto, por exemplo, só vale “se você não estiver armado. É a cultura do cordeiro, ter que aceitar tudo o que acontece”.

Ela minimiza estudos que relacionam a cultura da violência ao armamento da população (como nos EUA, onde quatro de cada dez americanos têm ao menos uma arma). “Todos nós mexemos com faca, e eu nunca dei facada em ninguém. Problema não é a arma, é quem está atrás dela.”

De todos, só o coronel Nilson diz ter posse de arma.

LGBTQ

Ninguém do grupo diz ser contra pessoas do mesmo sexo se relacionarem. O problema, segundo o octeto, é privilegiar a “pauta gay” em detrimento de outras, como educação e saúde. “Minorias histéricas tomaram conta da agenda, e as maiorias foram deixadas de lado. Por que essas pessoa têm cota? [A orientação sexual] é uma questão de foro tão íntimo, a educação vem dos pais”, afirma Patrícia.

“Banalizaram tanto, começaram a se expor tanto… Não estou criticando o homossexualismo”, diz Priscila. “Mas hoje é quase um crime quem é hétero. Você não vê homem e mulher se atracando, que nem vê [gays] no metrô, no shopping, para mostrar que são [homossexuais]. Não sei se é para atrair olhares, para mostrar a questão da homofobia.”

Há, segundo a manicure, “uma força muito grande para algo que infelizmente não é importante”. Thiago também defende que a questão não seja prioritária. “Isso que incomoda. Morei em Guaianases. Pessoas na linha municipal de ônibus colocam celular na meia [por temerem assalto], e os intelectuais vivem em sua bolha delirando sobre ideologia de gênero enquanto pessoas estão com medo de morrer.”

Os oito do grupo de debate se declaram heterossexuais.

DENÚNCIAS

A fé no deputado não foi abalada por uma série de reportagens da Folha que revelaram: 1) como ele, junto com os três filhos políticos, possui 13 imóveis com preço de mercado de ao menos R$ 15 milhões; 2) o uso de auxílio-moradia, mesmo sendo dono de imóvel em Brasília; 3) o emprego, com verba da Câmara, de uma servidora fantasma que vende açaí em Angra dos Reis.

Os eleitores minimizaram a gravidade das denúncias e acusaram a Folha de perseguir Bolsonaro. “Vocês juntaram tudo no mesmo saco [o patrimônio de pai e filhos]”, disse Patricia. Ela e Nilson disseram que a imprensa tratou o terreno de Angra com exagero. “É mansão!”, ironizou o militar. Parte da imprensa se referiu assim à casa “com puxadinho”, segundo Patricia, que a família tem na cidade.

“Se for falar de moral e pegar Congresso, me fala um político que tá todo o tempo do Bolsonaro [desde 1991] e tem a ficha dele, que não tem nenhum escândalo”, diz Maria Cristina. A princípio Raphael afirma não se espantar com eventuais deslizes, que seriam irrelevantes ante a roubalheira em Brasília. “Os caras vão de um bilhão pra cima, não se compara.” Depois se desculpa pelo que disse. “Roubar é inadmissível em qualquer circunstância. Acho que corrupção é que nem câncer, vírus.”

MÍDIA

“Você deve saber o que as pessoas comuns pensam da Folha. O nome é ‘Foice de S.Paulo’, o instituto [Datafolha] é o Datafoice”, diz Leocádia.

Seu pensamento reflete o humor geral do grupo diante da Folha —classificada por todos os presentes como “esquerda” ou “extrema esquerda”— e de outros veículos da mídia profissional. A imprensa, para Priscila, “só quer colocar aquilo que faz bem para eles, o que vai lucrar para eles”.

“A Rede Globo é a pior, mascara tudo o que é importante”, continua a manicure. Nilson intervém: “Não se esqueçam que [Bolsonaro] falou que ia arrebentar a Globo. Quando um homem desafia um império, vai incomodar. Todos estão contra ele. Acho que Folha, Veja, Globo”.

O deputado já afirmou que, se eleito, reduzirá a verba publicitária para o Grupo Globo, após dizer que o jornal da organização quer “emplacar o Lula em 2018. E daí vocês vão estar bem, vão ter como negociar bem a dívida do BNDES”.

“Quando sair foto dele [nos jornais], vai sair foto com boca torta”, reclama Maria Cristina, folheando uma edição da Folha em busca de reportagens que citem seu candidato. Encontra uma em que o publicitário Nizan Guanaes aposta que Bolsonaro ganhará a eleição porque “a população está irritada”, e nesse contexto ele “é o Dorflex, uma solução para a sua dor”. Acha insatisfatório o espaço dado à notícia.

Para Leocádia, “é evidente o propósito de macular imagem dele, não importa se é verdade ou não”.

Mas vale aqui a máxima “o que não mata fortalece”, segundo a aposentada. “Se a gente vê a mídia perseguindo, ‘pô, esse cara é bom’. Vocês defendem gente que vive de cota, de bolsa isso, bolsa aquilo.”

CASO MARIA DO ROSÁRIO

Para o grupo, o estilo “bateu, levou” é um ativo do presidenciável. E uma briga com a deputada Maria do Rosário (PT-RS) é um bom termômetro. Em 2014, Bolsonaro disse à então ministra dos Direitos Humanos: “Fique aí, Maria do Rosário. Há poucos dias [na verdade, a contenda começou em 2003] você me chamou de estuprador no Salão Verde, e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece”, afirmou o deputado.

Os eleitores reclamam que a mídia destaca a frase, mas não a contextualiza. O bate-boca começou em meio a discussões sobre a redução da maioridade penal (ele a favor, ela contra), impulsionadas em 2003, após uma gangue sob comando de Champinha, 16, atacar um casal acampado —Felipe, 19, morreu com um tiro na nuca, e Liana, 16, foi estuprada e morta com facão.

Há 15 anos, Bolsonaro disse que a contenda se iniciou após ele sugerir que Maria do Rosário contratasse Champinha para ser motorista de sua filha. Em frente à câmeras de TV, ela acusou o colega de “promover essa violência [estupro]”.

“Se a pessoa te xinga e você xinga de volta, não é crime. Ainda que ele tivesse falado coisas piores”, afirma Patricia. Para Maria Cristina, diante de alguém “que estava defendendo um assassino”, Bolsonaro até que foi “extremamente educado”. A manicure Priscila esperava mais: “Talvez daria um tapa na cara dela, foi uma agressão”.

As mulheres da mesa elogiam um projeto de lei de Bolsonaro que prevê castração química a estupradores.

ESTILO

“Tudo o que ele fala ou faz se torna polêmico”, diz a manicure. “Querem que a população interprete de outra forma, mas ele é autêntico, é aquilo ali, não precisa fazer média.”

“Ele é uma pessoa, um ser humano”, emenda Patricia. Raphael concorda: “Não estamos elegendo um super-homem”. Nilson é o único que faz uma ressalva. “Acho que ele se excede um pouco, não pensa pra falar, como essa questão da Maria do Rosário. Lógico que ele não ia estuprar de jeito nenhum, mas perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Poderia pensar um pouquinho, dar um ‘timezinho’.”

IMIGRAÇÃO

Não é que estrangeiros não sejam bem-vindos no Brasil. A questão, segundo Patrícia, “não é a imigração, mas qual imigração”. No caso dos venezuelanos: “É um grupo sofrendo por conta de ditadura comunista, eles têm valores parecidos com os nossos”.

O que não pode, continua a advogada, é ter “povos que cruzam oceanos, não vão para países vizinhos e querem que os povos [que os acolheram] mudem sua cultura para que eles possam se sentir bem”.

Parte da mesa discute se o Brasil deve abrir as fronteiras sem antes “cuidar dos seus”.

“Se não consegue manter os que estão aqui…”, diz Priscila. Maria Cristina está com ela: “Quando você vai receber visita, a casa tem que estar em ordem. Só que, do jeito que Brasil está… Você vê o estado do Rio. Não adianta trazer pessoal para cá para costurar no Brás, num fundinho de quintal, e estar totalmente ilegal.”

DEMOCRACIA VS. DITADURA

Não há intervencionistas declarados. Para o grupo, Bolsonaro seria um militar governando nos moldes da democracia, sem tentar implantar uma nova ditadura no Brasil.

Raphael diz que “a questão é tema passado” e que o deputado “não é aquele político que vai defender [o regime militar], impedir liberdade de comunicação”. Lado bom: “Herda do militar aquele perfil honesto, conservador do qual já fiz parte, mas ao mesmo tempo estende a mão para segurança, educação, comércio”.

Lucas é o único que nasceu num Brasil democrático. Afirma que, como capitão da reserva, Bolsonaro tem “posição muito dura”, mas isso pode ajudar a pôr o país nos trilhos.

A Folha questiona se reiterados elogios do parlamentar à ditadura não incomodam. Mostra o vídeo de Bolsonaro votando “sim” pelo impeachment de Dilma Rousseff, “em memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra [ex-chefe do Doi-Codi], o pavor de Dilma”, que quando estudante militou em movimentos contra o regime e foi torturada e encarcerada por 28 meses.

Mas Ustra era pavor de quem? É o que o grupo quer saber. “Pro bandido, o policial, o coronel é o pavor”, afirma Maria Cristina. Raphael brinca: “É a mesma coisa que falar do Batman pro Coringa”.

“É importante falar que a esquerda lutava por uma ditadura nos moldes cubanos”, afirma Patrícia.

POR QUE ELES QUEREM BOLSONARO

Eleitores dizem apoiar um candidato firme e de fora do sistema

1 Bolsonaro é tido como um político à parte da roubalheira que contaminou Brasília; denúncias contra o deputado são minimizadas por seus eleitores

2 A educação militar do capitão da reserva é benquista para impor ordens e regras à barafunda política no país

3 Seu clamor por uma população mais bem armada contra bandidos ecoa bem em meio a uma crise nacional na segurança pública

4 Admiradores de Bolsonaro destacam como ponto positivo ser, segundo eles, um pária para a mídia profissional —vista como esquerdista

5 O discurso linha-dura com condenados por estupro é outra qualidade ressaltada; o deputado tem um projeto de lei que propõe castração química para esse tipo de criminoso

6 O presidenciável não cede ao campo progressista, que pesaria a mão na defesa de direitos de minorias como LGBTQ, deixando para escanteio outras áreas, segundo seus eleitores

7 A imigração é vista como preocupante se quem chega não quer se adaptar à cultura brasileira, alusão a refugiados sírios, por exemplo; em 2015, ao jornal goiano Opção, Bolsonaro disse: “A escória do mundo está chegando ao Brasil, como se nós não tivéssemos problema demais para resolver”

8 O estilo bateu, levou do parlamentar na Câmara virou um ativo eleitoral; Bolsonaro não faria média só para seguir as regras do marketing político e seria, portanto, mais autêntico

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro é uma piada. E de mau gosto.
    O Brasil merece coisa melhor, mas infelizmente os picaretas se aproveitam de todas as possibilidades para levar vantagem. Taí o governo atual pra comprovar.
    O povo precisa sair desse ciclo vicioso onde só se conseguem eleger os piores.

  2. A que pontochegamos. Radical, misogino, preconceituoso, agressivo, louco e tem quem defenda. Obs, NAO voto no PT.

    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Essa foi a melhor do dia!

  3. Bolsonaro é o candidato dos brasileiros do bem. Defensor da nossa pátria, da família, de Deus (não importa a religião), dos bons costumes e da política sem "toma lá dá cá", ele é a verdadeira esperança de um novo Brasil. Apesar de estar no seu 7º mandato como deputado federal (é o mais votado no RJ), não se tem notícia de nada que desabone o seu caráter. Nunca participou dos conchavos que dominam as relações políticas no nosso país. Só isso já bastaria para qualificá-lo como a melhor opção. É a real esperança de evitarmos que o nosso amado Brasil seja transformado numa grande Venezuela, como sonha a esquerda brasileira, plano esse arquitetado no Foro de São Paulo, criado por Lula, Chaves, Fidel e outros vermes esquerdistas. Nosso povo não pode ser enganado novamente. Basta de comunismo.

    1. Só era do Partido do Maluf, o PP, considerado o Partido com o maior número de políticos condenaods, segundo dados do TRE.

    2. Bolsonaro é um vazio de ideias políticas. Tem apenas alguns lapsos de boas propostas quanto a segurança pública, porém para o combate a criminalidade não basta apenas jogar policiais nas ruas e armar a população, se não houver uma reforma profunda no código penal e uma melhora da segurança jurídica. Apenas isso. Quanto a moralidade, fica apenas no discurso de seus seguidores – Não abre mão de penduricalhos e privilégios que todo parlamentar tem, e o pior, em sua vida parlamentar de quase trinta anos, quase não tem um projeto de lei realmente útil em favor da sociedade. Muito pouco para quem se diz o Salvador da Pátria. Quanto ao comunismo, menos Ceará-Mundão, menos…

  4. Observem de onde partem os ataques fascistas, pra depois não saber quem começou e "de onde partiu a primeira pedra". Pois quando começarem as reações no mesmo tom, vão dizer que os intolerantes e violentos são aqueles que só estão se defendendo e reagindo a altura dos ataques recebidos sob o olhar omisso das forças de segurança que deveriam impedir que tais cenas ocorressem de qualquer dos lados.
    De acordo com o que está acontecendo na região Sul do País; "A disputa política saiu dos tribunais para o confronto nas ruas, sob os olhares cúmplices dos agentes de segurança encarregados de zelar pela integridade física dos caravaneiros do ex-presidente".
    Depois não se arrependam do que pode isso gerar.

    1. Tá viajando na maionese !!! Quem dividiu o país e pregou o ódio foi a esquerda !!!

  5. É MELHOR JAIR SE ACOSTUMANDO, MINORIA SÃO MILHARES DE PESSOAS MORRENDO NAS PORTAS DE HOSPITAIS, MINORIAS SÃO CRIANÇAS SEM UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, MINORIA SÃO 60 MIL MORTOS POR ANOS, MAIS DO QUE EM UMA GUERRA CIVIL. IGUALDADE PARA TODOS SEM DISTINÇÃO, NEGRO OU BRANCO, GAY OU HETERO. QUEREMOS UM PAÍS COM OPORTUNIDADES PARA TODOS, COM DISCIPLINA E ORDEM.

  6. Ah, se fosse verdade…
    Mas infelizmente a conduta do Deputado no recebimento do Auxílio Moradia imoral, mesmo tendo residência e não precisar, dizendo usá-lo pra "COMER GENTE", parece dizer justamente o contrário do que promete.
    Além disso, a forma como vem empregando membros de sua família em cargos comissionados em que nem ao menos dão expediente já demonstram o zelo com a moralidade que ele tem com a coisa pública.
    E a historinha do processo de expulsão no exército, acusado de ameaça de bomba para obter aumento dos próprios salários, já mostra muito da personalidade de um cidadão que tem entre seus seguidores as pessoas mais intolerantes e violentas que conhecemos na esfera política brasileira, protagonizando cenas de ataques a pessoas e grupos a pau e pedras.
    É essa Brasil que queremos construir?

    1. Pois é, também considerava meu voto nele, mas depois desses episódios passei a me interessar pelo programa de João Amoedo do Partido Novo.
      Sugiro aos demais que também analisem, são propostas muito interessantes.

    2. Você esqueceu do MST invadindo e destruindo propriedades, da turma que tem parentesco com a lhama, daqueles que apoiam ditadores como o Maduro e depois gostam de se vitimizar.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Chuvas

Chuvas provocam acúmulo de água em trechos de Natal; confira os pontos

Foto: Adriano Abreu

A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) informou, na manhã desta quarta-feira (1º), que continua monitorando as condições das vias da cidade após as chuvas registradas nos últimos dias. De acordo com o órgão, não há pontos intransitáveis na capital potiguar até o momento.

Segundo o levantamento realizado por volta das 6h30, quatro trechos apresentavam acúmulo de água, mas seguiam liberados para o tráfego de veículos. São eles: a Avenida Nevaldo Rocha com Avenida Coronel Estevam; a Avenida Solange Nunes, em frente à Unimetais; a Avenida Senador Salgado Filho, nas proximidades do Portugal Center; e a marginal da BR-101, no acesso à Avenida Coronel Norton Chaves.

Ainda conforme a STTU, o trânsito flui normalmente nos dois sentidos em algumas das principais vias de Natal, como a Avenida Senador Salgado Filho, a Ponte Newton Navarro e a Avenida Felizardo Firmino Moura. O órgão também informou que, até a atualização mais recente, não houve registro de sinistros nem de panes em semáforos.

A secretaria afirma que segue acompanhando a situação em tempo real, com agentes em campo e apoio do sistema de videomonitoramento. A recomendação aos motoristas é de atenção redobrada, especialmente nos trechos com acúmulo de água, para evitar acidentes e garantir maior segurança no deslocamento.

Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

São João de Assú 300 anos: Filho do Piseiro, Matheus e Kauan e grandes atrações prometem lotar a cidade

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Assú divulgou a programação oficial do São João de Assú 2026, que neste ano celebra 300 anos de tradição. O evento será realizado de 12 a 24 de junho e promete movimentar a cidade com grandes shows e manifestações culturais.

Entre os principais nomes confirmados estão Mastruz com Leite, Menos é Mais e a dupla Matheus e Kauan, além de uma mistura de ritmos que vai do forró ao pagode, passando pelo sertanejo e música religiosa.

Além dos shows, o evento contará com quadrilhas juninas, feira de artesanato e comidas típicas, reforçando o título de um dos festejos mais tradicionais do Rio Grande do Norte e atraindo milhares de visitantes.

Confira a programação completa:

  • 12/06 (sexta-feira): Michele Andrade e Thullio Milionário
  • 13/06 (sábado): Matheus e Kauan, Israel Fernandez e Zé Filho
  • 14/06 (domingo): Mastruz com Leite, Flávio José e Amazan
  • 17/06 (quarta-feira): Zé Vaqueiro e Zezo
  • 18/06 (quinta-feira): Rey Vaqueiro, Nuzio Medeiros e Daniel Donato
  • 19/06 (sexta-feira): Filho do Piseiro, Thiago Freitas e Forró de Griff
  • 20/06 (sábado): Seu Desejo e Bonde do Brasil
  • 21/06 (domingo): Menos é Mais e Panda
  • 23/06 (terça-feira): William Sanfona, Bonde do Gragra e Banda Grafith
  • 24/06 (quarta-feira): Padre Fábio de Melo

Com programação diversificada e nomes de peso, a expectativa é de mais uma edição histórica do São João de Assú.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Inquérito das fake news pode se arrastar até 2027 e divide ministros do STF

Foto: Victor Piemonte/STF

O inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal deve continuar em tramitação até pelo menos a metade de 2027, apesar da pressão de parte dos ministros para encerrar a investigação ainda neste ano.

A condução do processo está sob responsabilidade do ministro Alexandre de Moraes, que avalia a possibilidade de finalizar o inquérito próximo ao período em que assumirá a presidência da Corte, previsto para setembro de 2027.

O atual presidente do STF, Edson Fachin, confirmou que o tema está em debate interno e classificou a discussão como prioritária. Segundo ele, o inquérito teve papel relevante na proteção da democracia, mas fez um alerta: “todo remédio, a depender da dosagem, pode se tornar veneno”.

Fachin também destacou que há diálogo com Moraes e outros ministros sobre o futuro da investigação. Apesar de existir a interpretação de que o presidente do tribunal poderia encerrá-la — já que foi aberta na gestão de Dias Toffoli —, o entendimento predominante é de que a decisão final deve partir do próprio relator.

Aberto em 2020, o inquérito foi instaurado de ofício pelo STF, sem provocação de órgãos externos, o que gerou debates jurídicos desde o início. Mesmo com críticas e tentativas de encerramento, a tendência atual é de que a apuração ainda se prolongue por mais alguns anos.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Gilmar expõe uso de cannabis e defende mudança radical na política de drogas

Foto: Agência STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, revelou ter utilizado cannabis medicinal para tratar dores e aproveitou para criticar o modelo atual de combate às drogas no país.

A declaração foi feita durante entrevista ao podcast Cannabis Hoje, onde o magistrado afirmou ter adquirido o produto em Portugal tanto para uso próprio quanto para ajudar uma pessoa próxima. Segundo ele, a experiência foi positiva.

Gilmar também defendeu uma mudança profunda na política de drogas, criticando a chamada “guerra total” e apontando que o Brasil precisa avançar para um modelo mais racional. O ministro citou Portugal como referência, destacando o país como um exemplo de sucesso na descriminalização e no tratamento da questão como tema de saúde pública.

O posicionamento ocorre no contexto de decisões recentes do STF sobre o tema, como a definição de critérios para diferenciar usuário de traficante no caso da cannabis. Para o ministro, esse movimento representa apenas o início de uma transformação mais ampla.

Gilmar Mendes ainda ressaltou que a mudança não é apenas jurídica, mas também cultural, envolvendo juízes, promotores e delegados que, segundo ele, foram formados sob uma lógica de repressão mais rígida.

Com informações do Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Homem transforma chuva em “bar” improvisado e viraliza no interior RN

Vídeo: Reprodução/Instagram @geraldocarneiroblog

As fortes chuvas que atingiram Currais Novos nessa terça-feira (31) renderam uma cena inusitada e bem-humorada. Conhecido na cidade pelas brincadeiras, Edinho Cabeleireiro decidiu transformar a enxurrada em motivo de festa.

No meio da correnteza que se formou na Rua Vereador Thomaz Pinheiro, ele simplesmente pegou duas cadeiras, uma mesa e, claro, uma garrafa de cerveja, sentou-se e reuniu amigos e vizinhos para “tomar uma”, improvisando um verdadeiro encontro no meio da rua.

A atitude descontraída chamou atenção de quem passava pelo local e rapidamente viralizou nas redes sociais. Entre risadas e muita resenha, o episódio virou símbolo comemoração com as chuvas que tem caído na região seridoense do estado.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

PESQUISA ATLAS/ESTADÃO: Flávio e Lula aparecem tecnicamente empatados em SP, com senador à frente no 2º turno

Foto: Wilton Jr/Estadão

O senador Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparecem tecnicamente empatados nas intenções de voto em São Paulo, segundo pesquisa Atlas/Estadão divulgada nesta quarta-feira (1º). Apesar do equilíbrio no primeiro turno, o cenário muda no segundo, onde o parlamentar surge numericamente à frente.

No principal recorte do levantamento, Flávio tem 43,4% das intenções de voto entre os eleitores paulistas, contra 42,5% de Lula — diferença dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Na sequência aparecem Renan Santos (5%), Romeu Zema (3,2%), Ronaldo Caiado (2,4%) e Aldo Rebelo (0,8%).

Em um segundo cenário testado, com Eduardo Leite no lugar de Caiado, Flávio mantém a liderança com 43,3%, enquanto Lula aparece com 40,9%. Os demais nomes seguem com índices menores, mantendo a disputa concentrada entre os dois principais pré-candidatos.

A diferença, porém, se amplia no segundo turno. De acordo com a pesquisa, Flávio Bolsonaro teria 49% contra 44% de Lula entre os eleitores de São Paulo — uma vantagem de cinco pontos, acima da margem de erro.

O levantamento também simulou outros cenários. Contra Romeu Zema, Lula aparece atrás (49,3% a 43,8%). Já em um cenário com Jair Bolsonaro — atualmente inelegível — o resultado seria semelhante, com vantagem para o ex-presidente.

Pesquisa feita com 2.254 eleitores de SP, entre os dias 24 e 27 de março, por recrutamento digital aleatório. Margem de erro: 2,2 p.p. Nível de confiança: 95%. Registros: SP-00899/2026 e BR-01079/2026.

Com o maior colégio eleitoral do país, São Paulo segue como peça-chave para definir uma eleição polarizada. A tendência é que a disputa no estado tenha peso decisivo no resultado final, especialmente em um cenário de margem apertada entre os principais candidatos.

Com informações do Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Presos pressionam por sigilo contra gravar advogados após precedente de Vorcaro

Foto: Istockphoto

A Penitenciária Federal de Brasília registrou uma onda de pedidos de detentos para que conversas com advogados deixem de ser gravadas nos parlatórios — prática padrão do sistema penitenciário federal. Ao todo, dez solicitações foram feitas nas últimas duas semanas.

Os requerimentos foram encaminhados ao juiz corregedor da unidade e repassados à Polícia Penal Federal, responsável pela segurança das penitenciárias federais. Em todos os casos, a resposta foi negativa, sob o argumento de risco à segurança e possibilidade de envio de mensagens para fora da prisão.

O movimento ganhou força após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro a ter conversas não monitoradas com sua defesa durante tratativas de delação premiada. A decisão abriu precedente e incentivou outros presos a buscarem o mesmo direito.

Entre os detentos que solicitaram o benefício está Marco Willians Herbas Camacho, apontado como líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A decisão final sobre os pedidos caberá ao juiz corregedor. Caso haja negativa, a defesa de alguns presos já sinalizou que pretende recorrer ao STF. A direção da Polícia Penal Federal, no entanto, defende a manutenção das regras atuais, alegando que flexibilizações pontuais podem comprometer o funcionamento e a segurança do sistema.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Fátima Bezerra é vaiada durante lançamento do São João de Assú e vídeo viraliza

 

View this post on Instagram

 

A post shared by RN Hoje (@rnhoje_)

Vídeo: Reprodução/Instagram @rnhoje_

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, foi alvo de vaias durante o lançamento do São João de Assú, realizado na noite desta terça-feira (31).

O episódio ocorreu enquanto a chefe do Executivo estadual participava da solenidade oficial diante do público presente. Parte dos espectadores reagiu com vaias a aparição da governadora, gerando um momento de tensão no evento.

As imagens da situação foram registradas por pessoas que estavam no local e rapidamente começaram a circular nas redes sociais, ampliando a repercussão do caso.

Não é a primeira vez que Fátima Bezerra enfrenta manifestações negativas em eventos públicos, o que tem sido explorado tanto por críticos quanto por apoiadores no ambiente digital.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

STF DIVIDIDO: Fachin admite impasse sobre quem fiscaliza ministros e trava Código de Ética

Foto: Antonio Augusto/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, admitiu que ainda não há consenso dentro da Corte sobre quem deve fiscalizar a conduta dos próprios ministros em um eventual Código de Ética.

A informação é da colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles. Durante conversa com jornalistas nesta terça-feira (31), Fachin destacou que existe resistência entre os integrantes do tribunal quanto à criação de uma comissão responsável por monitorar e eventualmente punir desvios de comportamento. Segundo ele, a definição de quem integraria esse grupo ainda é um dos principais entraves.

O ministro afirmou que, na prática, o principal mecanismo de controle pode ser o próprio constrangimento interno. Para Fachin, ministros que descumprirem regras éticas devem reconhecer erros, fazer autocrítica e corrigir a conduta. “Somos todos seres humanos. Aqui não estava bem. Reconheço isso e vamos voltar para o caminho adequado”, declarou.

Apesar da defesa de um Código de Ética, Fachin ressaltou que a proposta envolve uma mudança cultural dentro da Corte e ainda enfrenta dúvidas entre os magistrados. Parte dos ministros, inclusive, avalia que o momento pode não ser o mais adequado para avançar com a medida.

A expectativa do presidente do STF é que o tema seja discutido ao longo de 2026. O objetivo do código seria estabelecer regras claras de conduta, tanto para proteger a imagem institucional quanto para dar mais segurança aos próprios ministros. No entanto, o debate segue aberto e sem definição.

Opinião dos leitores

  1. a solução é simples, colocar a população para votar, o que tiver a maior votação todo ano, sai do STF… isso fará eles pensarem 2x. O mesmo para qualquer político! Isso resolveria o problema do brasil rapidinho.

  2. Esse STF chegou no fundo do poço, tem que ser deletado e começado do Zero, com o afastamento desses ministros e nomeados juízes de carreira sem vinculação política, não tem outra saída.
    Se depender desse senado atual, com Acolumbre na presidência, senadores esquerdistas, e alguns fingindo serem conservadores, o país caminha a passos largos rumo ao abismo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Brasil vence Croácia no último amistoso antes da convocação final

Foto: André Durão

A Seleção Brasileira de Futebol deu um passo importante na preparação para a Copa do Mundo ao vencer a Seleção Croata de Futebol por 3 a 1, em amistoso disputado em Orlando, nos Estados Unidos. O confronto foi o último teste antes da convocação final do técnico Carlo Ancelotti.

O Brasil foi superior desde o início e abriu o placar ainda no primeiro tempo com Danilo, após boa jogada construída por Vinícius Júnior. A equipe seguiu pressionando, mas viu os croatas crescerem na reta final da etapa inicial, com destaque para defesas importantes do goleiro brasileiro.

Na segunda etapa, o ritmo caiu e o jogo ficou mais travado, até que Lovro Majer aproveitou falha na saída de bola para empatar. A resposta brasileira foi imediata: Endrick, que havia acabado de entrar, sofreu pênalti convertido por Igor Thiago, recolocando o Brasil à frente.

Nos minutos finais, Endrick voltou a aparecer decisivo. O jovem atacante roubou a bola no meio-campo e serviu Gabriel Martinelli, que fechou o placar com um belo gol, sacramentando a vitória por 3 a 1.

O amistoso também ficou marcado pelos gritos da torcida pedindo Neymar, ausente da convocação. Agora, a expectativa gira em torno da lista final de 26 jogadores que defenderão o Brasil no Mundial.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *