Judiciário

SAMBAM NA CARA: Cúpula do Judiciário recebe auxílio mesmo com imóvel próprio

POR FOLHAPRESS

Mesmo tendo imóvel próprio no Distrito Federal, 26 ministros de tribunais superiores recebem dos cofres públicos auxílio-moradiapara viver em Brasília.

Donos de um dos mais altos salários da República -R$ 32.075-, cada um deles tem o contracheque engordado todo mês em R$ 4.378 de auxílio para morar, sendo que alguns têm em seus nomes mais de uma casa em pontos nobres de Brasília.

Pesquisa feita pela Folha em cartórios da capital federal e nas folhas salariais dos tribunais mostra que o privilégio está concentrado em três dos cinco tribunais que formam a cúpula da Justiça: STJ (Superior Tribunal de Justiça), TST (Tribunal Superior do Trabalho) e STM (Superior Tribunal Militar).

Os 26 ministros que recebem o benefício mesmo com imóvel próprio representam pouco mais de um terço da composição dessas três cortes e 72% dos 36 que solicitaram o recebimento de auxílio-moradia.

Nenhum ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pede o benefício (o TSE é formado, em parte, por ministros do STF e do STJ).

Segundo resolução do CNJ (Conselho Nacional da Justiça), a ajuda para auxílio-moradia deve ser “requerida” pelo magistrado, ou seja, cabe a ele pedir o recebimento do dinheiro ao tribunal.

A presidente do STJ, Laurita Vaz, e o vice, Humberto Martins, estão entre os que recebem o auxílio-moradia e, ao mesmo tempo, são donos de imóvel próprio em Brasília.

Segundo os registros em cartório, Laurita tem em seu nome um apartamento de 246 m², localizado na Asa Sul. O seu vice também tem imóvel na mesma região. Martins mora no
mesmo prédio do ministro Francisco Falcão, ex-presidente do STJ. Com o apartamento de alto padrão registrado em seu nome, Falcão também recebe auxílio-moradia.

No STJ, 17 dos 33 ministros ganham o benefício. Desses, pelo menos 12 têm casa própria. O orçamento de 2018 reserva R$ 2,7 milhões de auxílio-moradia para o tribunal.

A ministra Maria Isabel Gallotti, por exemplo, tem em seu nome dois apartamentos, uma casa e um lote.

No TST, 15 dos 26 magistrados recebem os 4.378 mensais a mais no contracheque, sendo que 11 têm imóveis.

Entre eles está o futuro presidente do tribunal, João Batista Brito Pereira, que assume o comando no dia 26 de fevereiro. Outro nome é o de Renato de Lacerda Paiva, corregedor-geral da Justiça do Trabalho, dono de uma propriedade em um condomínio.

O acúmulo de benefício com moradia própria no STM envolve 3 dos 4 ministros que ganham o auxílio. Um deles é o presidente do tribunal, José Coêlho Ferreira. Ele tem em seu nome, segundo registros cartoriais, um apartamento na Asa Sul e 20% de outro na mesma quadra.

Os magistrados que ganham o auxílio estouram o valor máximo que, pela Constituição, um servidor poderia ganhar no Brasil -R$ 33.763. O atual valor do auxílio-moradia no Judiciário representa 4,5 salários mínimos.

Em Brasília, um apartamento de classe média de três quartos na região central tem o custo de R$ 2.200 de aluguel, segundo o sindicato do setor.

O valor de R$ 4.378 passou a valer em outubro de 2011, por decisão do STF. Na ocasião, apenas o ministro Luiz Fux recebia o benefício, segundo o próprio tribunal.

Três anos depois, Fux concedeu liminar estendendo o pagamento do auxílio-moradia a todos os juízes do país, mesmo aos que tinham casa própria nas cidades onde trabalhavam, o que tornou a prática legal. O ministro argumentou que diversos tribunais já pagavam o benefício, o que estaria criando uma “diferenciação iníqua e odiosa” entre os magistrados.

Fux, que hoje não recebe mais o benefício, liberou as liminares para análise do plenário do STF apenas no final do ano passado. A presidente do Supremo, Cármen Lúcia, avisou a entidades da magistratura que deve colocar o tema para votação em março.

O juiz responsável pela Lava Jato no Rio, Marcelo Bretas, entrou na Justiça e conseguiu o direito de receber a ajuda. Ele é casado com uma juíza, já favorecida com o auxílio. Resolução do CNJ proíbe o acúmulo para casais que morem sob o mesmo teto.

De acordo com a ONG Contas Abertas, a estimativa de gastos com o auxílio-moradia no Judiciário e Ministério Público soma R$ 5 bilhões desde a decisão de Fux até dezembro de 2017.

OUTRO LADO

Os três tribunais citados na reportagem (STJ, STM e TST) afirmaram, por meio de suas assessorias, que não existe ilegalidade no pagamento de auxílio-moradia para ministros que têm imóvel em Brasília por estarem amparados pela decisão do ministro Luiz Fux.

A Folha procurou as assessorias de imprensa dos tribunais e enviou as perguntas também para cada um dos gabinetes dos mencionados.

As respostas foram enviadas pelas equipes de comunicação de cada corte em nome dos magistrados.

A assessoria do STJ informou que o auxílio-moradia começou a ser pago a partir de 15 de setembro de 2014, em cumprimento à decisão liminar do STF, mas disse que não conseguiu respostas dos ministros e nem da presidente, Laurita Vaz.

O TST disse que faz os pagamentos de acordo com a resolução do CNJ que trata do tema. O tribunal frisou que a decisão de Fux determinou a ajuda de custo “a todos os juízes federais na forma da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, inclusive nos casos de acumulação, e salvo em favor do magistrado federal a quem tenha sido disponibilizada a residência oficial”.

O presidente do STM, José Coêlho Ferreira, respondeu que segue resolução do CNJ e que “não é vedado ao magistrado, que possui imóvel na cidade onde exerce a função pública, receber o benefício. Assim o ato não apresenta nenhuma ilegalidade”.

Opinião dos leitores

  1. Corrupção institucionalizada e legalizada…Depois faltam recursos p/infraestrutura, saúde e educação e ninguém sabe o motivo…Nenhum desses sanguessugas tem moral pra reclamar de buracos, falta de metrô nas capitais, hospitais e demais estruturas públicas caindo aos pedaços…Sugadores do orçamento, isso sim e o que são…

  2. Que eles ganham uma fortuna todos nós sabemos, fica uma só pergunta. Como nós pobres mortais podemos mudar o Brasil? Os nossos poderes e governantes só pensão no próprio bolso.
    Vergonha, vergonha e vergonha.

  3. Chega a dar nojo quando vejo um cara de pau desses querendo justificar o injustificável…
    O Brasil tem uma justiça com o mesmo nivel da política, ou seja, trabalham pra barganhar vantagens.
    Vergonhoso esse povo!

  4. O Auxílio Moradia é imoral e fere frontalmente o princípio da moralidade. Primeiro, o governo deveria acabar com esse privilégio, para realizar qualquer reforma em que traga consequências para o servidor público. Inclusive, esse auxílio é pago integralmente e sem qualquer incidência de imposto de renda . Como o governo vem falar em crise? Cadê a vergonha na cara desses julgadores? Merecem credibilidade? Só nesse Brasil!!!!!!!!!

  5. Oh, BRASIL! A LAMBANÇA SÓ NÃO FUNCIONA PARA QUEM TRABALHA É ESCRAVIZADO E PAGA ABSURDOS DE IMPOSTOS. QUE LÁSTIMA.

  6. Nossos poderes estão todos corrompidos, o judiciário que era para dar exemplo, está podre.

  7. Imóvel??? Mansão própria!!

    Esse auxílio imoral, indecente e imerecido era destinado àqueles que, passando em concurso público, iriam morar em locais distantes, em que não houvesse condição de moradia ou casa oficial. O interessante é que, hoje, um membro do judiciário ou afins inicia carreira recebendo, no mínimo, R$ 15000, e ainda tem necessidade de R$ 4000 pra "pagar aluguel no interior" (como se lá morasse), enquanto que um funcionário público comum tem de arcar toda e qualquer despesa com seu minguado salário… absurdos da lei!

    1. Não confundamos as coisas. Embora condenável, o auxílio moradia deriva de serviço prestado, já o bolsa família não. Não estou me opondo ao pagamento da bolsa e sim a comparação que só é cabível.

    2. Cara Maria, creio ter apenas um equívoco em seu comentário. O auxílio-moradia não deriva de serviço prestado. Pois se assim o fosse ele seria considerado como parte de remuneração. Porém, como no caso de muitos juízes o valor do auxílio, somado ao salário ultrapassa o teto da remuneração constitucional do servido público, o judiciário considera o valor como "indenizatório". Ou seja uma malabarismo argumentativo. Logo não deriva de serviços prestados. E é sim contra toda a ética de serviço público mundial, apesar de legal. Já o bolsa-família, embora muitas pessoas equivocadamente condenem, ajuda e muito em vários aspectos da economia nacional. Inclusive o bolsa-família paga menos do que programas de inserção social em outros países. Dou a dica de ler o livro do historiador Rutger Bringman "Utopia para realistas", no qual ele mostra os variados benefícios de se ter um projeto universal de um "bolsa-família", desde combate a violência e a pobreza, como aumento da riqueza dos países. Ele dá várias fontes de suas pesquisas, ou seja, não é achismo de comentadores de internet. Fica a dica. Abraço!

  8. Ainda tem otário que diz que criticar essa casta de Deuses é coisa de esquerdista… verdadeiros liberais tem ojeriza a um gasto absurdo dos excruciantes impostos com estes Deuses.

  9. Esse auxílio é de uma IMORALIDADE sem tamanho. Só empobrece moralmente, e muito, quem o recebe. Tenham vergonha na cara e extingam essa sacanagem. Um verdadeiro tapa na cara dos brasileiros honestos e trabalhadores. VERGONHA NACIONAL!

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – PRESIDENTE: Com 84,96% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro tem 48,47% e Lula 43,49%

Com 84,96% das seções totalizadas no país, Flávio Bolsonaro aparece com 48,47% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República. Lula tem 43,49%. Na sequência, Augusto Cury registra 2,94%, Renan Santos tem 2,31% e Ronaldo Caiado, 2,27%.

O resultado parcial é o seguinte:

Flávio Bolsonaro (PL) — 48,47%
Lula (PT) — 43,49%
Escritor Augusto Cury (AVANTE) — 2,94%
Renan Santos (MISSÃO) — 2,31%
Ronaldo Caiado (PSD) — 2,27%
Zema (NOVO) — 0,29%
Samara (UP) — 0,11%
Hertz Dias (PSTU) — 0,04%
Clariana Barão (DC) — 0,03%
Edmilson Costa (PCB) — 0,02%
Veterinário Wilson Grassi (DEMOCRATA) — 0,01%
Rui Costa Pimenta (PCO) — 0,01%

 

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026: Fábio Mitidieri (PSD) é reeleito governador de Sergipe

Reprodução

O governador Fábio Mitidieri (PSD) foi reeleito neste domingo (4) para mais um mandato à frente do Governo de Sergipe. Com 92,99% das urnas apuradas, ele recebeu 59,02% dos votos válidos e foi declarado vencedor ainda no primeiro turno.

Mitidieri foi eleito governador pela primeira vez em 2022, quando venceu Rogério Carvalho (PT) no segundo turno, com 51,83% dos votos válidos. Com a nova vitória, seguirá por mais quatro anos no comando do Executivo estadual.

Com o resultado, Sergipe não terá segundo turno para governador, previsto para 25 de outubro nos estados onde nenhum candidato alcançar a maioria dos votos válidos no primeiro turno.

Veja os percentuais com 92,99% das urnas apuradas

Fábio Mitidieri (PSD): 59,02%

Valmir de Francisquinho (Republicanos): 37,58%

Dr. Helton (PSOL): 3,15%

Taty Cristina de Jesus (DC): 0,23%

 

Com informações do SBT News

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Geral

Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato, ambos do PL, batem recorde em votação para deputado federal com mais de 2,5 milhões de votos, cada

Foto: Reprodução

Os candidatos à Câmara dos Deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP) se tornaram os dois candidatos a deputado federal mais bem votados na história.

O candidato de Minas Gerais recebeu 2.504.745 milhões de votos com 64,03% das urnas mineiras apuradas, enquanto o deputado paulista, 2.563.976 milhões, com 76% das urnas apuradas.

O recorde pertencia anteriormente ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), com 1,8 milhão de votos, em 2018.

CNN Brasil

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ELEIÇÕES 2026: Rafael Fonteles (PT) é reeleito governador do Piauí no primeiro turno

Foto: Reprodução

Rafael Fonteles (PT) foi reeleito como governador do Piauí neste domingo (4), em primeiro turno. Com 83,43% das urnas apuradas, o candidato do PT obteve 70,16% dos votos, enquanto Joel Rodrigues (PP) somou 28,20%.

Votos em branco atingiram 3,37% e nulos, 6,12%. A abstenção registrou 17,21%. O vice na chapa de Rafael Fonteles é Washington Bandeira, também do PT.

Veja os percentuais com 83,32% das urnas apuradas:

  • Rafael Fonteles (PT): 70,16%;
  • Joel Rodrigues (PP): 28,20%;
  • Professor Gisvaldo (PSOL): 0,52%
  • Dra. Lúcia Santos (PSDB): 0,49%;
  • Elizeu Aguiar (Novo): 0,27%;
  • Geraldo Carvalho (PSTU): 0,10%;
  • Santiago Belizário (UP): 0,09%;
  • Lourdes Melo (PCO): 0,07%;
  • Professor Jurity (DC): 0,05%;
  • Ravenna da Inclusão (Democrata): 0,04%.
  • Votos em branco: 3,37%;
  • Votos nulos: 6,12%;
  • Abstenção: 17,21%.

SBT News

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ELEIÇÕES 2026: Tarcísio de Freitas (Republicanos) é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno

Foto: Reprodução SBT

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi reeleito no primeiro turno das eleições, neste domingo (4). Com 90,02% das urnas apuradas, Tarcísio obteve 62,85% dos votos, enquanto Fernando Haddad (PT), seu principal adversário, somou 36,22%.

Votos em branco atingiram 5,06% e nulos, 7,23%.

O resultado das urnas confirma as pesquisas de intenções de voto, que indicavam vitória do ex-ministro de Jair Bolsonaro com ampla margem de vantagem sobre o ex-ministro da Fazenda de Lula.

Reeleito ao lado de Felício Ramuth (MDB), Tarcísio permanecerá no comando do governo de São Paulo por mais um mandato.

Veja percentuais com 90,02% das urnas apuradas:

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 62,85%;

Fernando Haddad (PT): 36,22%;

Vivian Mendes (UP): 0,35%;

Vera Lúcia (PSTU): 0,32%;

Carlos Machado (PCB): 0,25%;

Votos em branco: 5,06%;

Votos nulos: 7,23%;

SBT News

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026: Marcos Rogério (PL) é eleito governador de Rondônia

Reprodução

O senador Marcos Rogério (PL) foi eleito neste domingo (4) governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 2026. Com 94,68% das urnas apuradas, ele somava 57,02% dos votos válidos, segundo dados da Justiça Eleitoral.

Marcos Rogério sucederá Marcos Rocha (PSD), que comandou o estado por dois mandatos e não poderia disputar uma nova reeleição.

Natural de Ji-Paraná, Marcos Rogério é jornalista e iniciou sua trajetória política em 2008, quando foi eleito vereador. Em 2011, chegou à Câmara dos Deputados, onde cumpriu dois mandatos, e em 2018 foi eleito senador por Rondônia.

O novo governador também disputou o Governo de Rondônia em 2022, quando chegou ao segundo turno contra Marcos Rocha, mas não foi eleito.

Veja os percentuais com 94,68% das urnas apuradas

Marcos Rogério (PL): 57,02%

Adaílton Fúria (PSD): 19,31%

Hildon Chaves (União): 14,66%

Pedro Abib (MDB): 0,72%

Expedito Netto (PT): 7,82%

Samuel Costa (PSB): 0,47%

Com informações do SBT News

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ELEIÇÕES 2026: Luciano Zucco (PL) é eleito governador do Rio Grande do Sul

Foto: Mateus Raugust/Divulgação

Luciano Zucco (PL) foi eleito governador do RS neste domingo (4). Às 19h15, com 90,25% das seções apuradas, o candidato tinha 57,86% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Silvana Covatti (PP). Segunda colocada, Juliana Brizola (PDT) tinha 31,89%.

Luciano Zucco (Alegrete-RS, 1974) cresceu na Serra Gaúcha e depois morou e estudou em Porto Alegre. Militar de carreira formado pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), serviu na Brigada de Infantaria Paraquedista, onde se especializou como sniper e mestre de salto.

g1

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – SENADO: Com 83,39% das urnas apuradas, Styvenson tem 29,28%, Samanda 17,77% e Zenaide 17,25%

Reprodução TSE

Com 83,39% das seções totalizadas no RN, Styvenson Valentim lidera a corrida para o Senado com 29,28%. A disputa pela segunda colocação continua com Samanda de Lula à frente de Zenaide Maia: 17,77% contra 17,25%. Coronel Hélio aparece na sequência, com 16,93%.

O resultado parcial é o seguinte:

Styvenson Valentim (PODE) — 29,28%
Samanda de Lula (PT) — 17,77%
Zenaide Maia (PSD) — 17,25%
Coronel Hélio (PL) — 17,15%
Rafael Motta (PDT) — 14,30%
Tércio Tinôco (UNIÃO) — 2,80%
Sandro Pimentel (PSOL) — 0,62%
Sonia Godeiro (PSOL) — 0,40%
Professor Guilherme (UP) — 0,16%
Rosália Fernandes (PSTU) — 0,11%
Luciana Mandu (PSTU) — 0,07%
Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR) — 0,05%
Gari Wendell Batista (AGIR) — 0,05%

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ELEIÇÕES 2026: Jorginho Mello (PL) é reeleito governador de Santa Catarina no 1º turno

Foto: Reprodução

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), foi reeleito neste domingo (4). Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele recebeu 68,32 % dos votos válidos com 81,63 % das urnas apuradas, mais que os 50% necessários para a vitória em primeiro turno. O segundo colocado na disputa, Geloson Merísio (PSB) somou 15,91% dos votos.

Mello ficará mais quatro anos à frente do governo catarinense, atingindo o limite constitucional de dois mandatos consecutivos para cargos no Executivo.

O ex-senador esteve no palanque do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) no estado. Já o atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apoiou o ex-deputado estadual Gelson Merísio (PSB), que aparece em segundo lugar, bem atrás do governador reeleito.

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Pivetta (Republicanos) é reeleito governador de Mato Grosso no 1º turno

Foto: Reprodução

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) foi reeeleito para mais uma mandato à frente do Mato Grosso neste domingo (4). Com 61,07% das urnas apuradas, ele tem percentual suficiente para garantir a vitória no primeiro turno, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com a vitória, Pivetta permanecerá no comando do Executivo mato-grossense pelos próximos quatro anos. Com isso, o segundo turno não será necessário no Estado.

Veja como está o quadro eleitoral com mais de 60% das urnas apuradas:

Otaviano Pivetta (Republicanos) – 61,07%;

Wellington Fagundes (PL) – 22,96%;

Doutora Natasha (PSD) – 15,07%.

Rafaell Milas (Missão) – 0,57%;

Sargento Laudicério (Agir) – 0,18%;

Maurício Coelho (Mobiliza) – 0,15%;

SBT News

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