Operação da Polícia Civil, com apoio da PM prende seis, dentre eles, foragidos de Alcaçuz

Uma Operação da Policia Civil com apoio da Polícia Militar na manhã desta sexta-feira(10) que prendeu seis pessoas dentre elas foragidos de Alcaçuz. A operação aconteceu hoje pela manhã na localidade conhecida como Mosquito.

Mais informações ao decorrer do dia.

Com objetivo de dividir facções, muro de concreto começa a ser erguido em Alcaçuz

Divulgação: PM

Com objetivo de separar facções na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na cidade de Nísia Floresta, na Grande Natal, um muro de concreto está sendo erguido para separar presos dos pavilhões 1, 2 e 3, (ocupados por membros do Sindicato do RN), e dos pavilhões 4 e 5 – (dominados pelo PCC).

Segundo o governo, a construção do muro permanente de concreto, com 90 metros de extensão, levará 15 dias, e substitui o provisório feito de contêineres. As construções e serviços realizados na unidade prisional custará ao Governo do Estado, ao todo, R$ 794.028,00.

VEJA MAIS: Governo do Estado publica detalhamento de gastos de R$ 794 mil em obras na Penitenciária de Alcaçuz

No período de construção do muro, a Polícia Militar se encontra na penitenciária para garantir a segurança dos trabalhadores contratados para construir o muro.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. kaline disse:

    tantos gastos, deveria ao menos colocarem os presos para trabalhar diminuiria a mão de obra (eu acho)

FOTO: Polícia Civil prende foragido de Alcaçuz que saiu pela porta da frente

Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) e da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (Defur) prenderam Marcos Miguel de Couto, conhecido por Marquinhos da Sucata, 39 anos, no começo da manhã desta quarta-feira (08). Ele que fugiu da Penitenciária de Alcaçuz, no dia 27 de novembro de 2016, um sábado de visitas, caminhando pela porta da frente do presídio, foi preso na zona rural de Ceará Mirim.

Marcos Miguel é condenado a 33 anos de reclusão por assalto e associação criminosa, bem como responde por um crime de homicídio contra uma jovem de 18 anos que foi morta no dia 08 de março de 2015, na Zona Norte de Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasileiro disse:

    Pela porta da frente??? PASSOU A MÃO NA BUNDA DO AGENTE??? ????????????

    • Ricardo Meira disse:

      Por aí, e demonstra que o sistema prisional brasileiro é um grande faz de conta, não serve para nada, não tem sequer controle de quem está dentro ou saiu. A falência ficou demonstrada nas rebeliões, na falta e conflito dos números.
      Em nenhuma entrevista, reportagem ou matéria foi dito quantos detentos existiam na penitenciária e a primeira coisa feita, coincidentemente, tocaram fogo nas fichas deles.

    • HENRIQUE disse:

      Teve muitas facilidade$$$$$$$$$$.

Maior ladrão de bancos do Brasil e fugitivo de Alcaçuz são presos em PE

Três homens foram presos, em flagrante, transportando dois fuzis, munição e uma pistola ponto 40, na Zona Sul do Recife, nesta terça-feira (7). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o trio é suspeito de integrar uma quadrilha especializada em assaltos a banco. Eles podem ter participação no assalto que assustou moradores e turistas em Porto de Galinhas, no Litoral Sul.

Uma movimentação suspeita em um lava à jato da Rua Ernesto de Paulo Santos, em Boa Viagem, na Zona Sul da capital, chamou à atenção de agentes do Núcleo de Operações Especiais da PRF. Ao consultar as placas de alguns veículos, foi constatado que um deles tinha placa clonada.

A força-tarefa da Polícia Civil e da Polícia Militar foram acionadas e, juntas, as equipes fizeram a abordaram os suspeitos. Houve perseguição pelas ruas do bairro, que resultou na prisão de três homens e na localização do armamento. Um quarto suspeito conseguiu fugir.

Paulo Donizete Siqueira Souza, paranaense, é considerado pelos policiais o “maior assaltante de bancos do Brasil”. Ele possui mandados de prisão em São Paulo e no Paraná.

Os dois foragidos da Justiça do RN são Alysson Breno Pereira de Lima, fugitivo de Alcaçuz, e Paulo César Diógenes Pargino Junior, com mandados de prisão no Estado.

Os três suspeitos foram encaminhados para a Delegacia do bairro Jordão, na Zona Sul do Recife. Com eles foram apreendidos ainda 528 munições.

VEJA MAIS: Dois foragidos da Justiça no RN entre os detidos em ação policial

Os policiais informaram que uma das armas seria uma AK-47. A munição é de armamento pesado. O material e os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia do Jordão, na Zona Sul da capital.

Combate a assaltos

Levantamento do Sindicato dos Bancários mostra que, entre janeiro e dezembro, 346 casos de violência em 56 dos 184 municípios pernambucanos. Foram 250 arrombamentos e explosões, sendo 176 em locais como mercados e postos de gasolina.

Para enfrentar a onda de explosões e assaltos, a Polícia Civil deu início a uma força-tarefa ainda em julho do ano passado. Em novembro, Pernambuco passou a ter sete equipes de combate a roubos e furtos, quatro a mais que as existentes até então. Com isso, foram reforçadas também as ações integradas com a inteligência da SDS-PE e a Polícia Militar de Pernambuco.

Em janeiro deste ano, o grupamento Rondas Ostensivas Coronel Roberto Pessoa (Rocrop) começa a atuar no combate às quadrilhas envolvidas em assaltos e explosões de agência bancárias no Grande Recife. Munido com armamento pesado e novas viaturas, o Rocrop conta com 20 viaturas à disposição e um efetivo de 80 homens.

Com informações do G1-PE e Jornal do Comércio

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rosaldo. disse:

    Vamos aguardar quanto tempo ele passa preso. Quero ver se tem algum juiz "bonzinho" que vai libertá-lo, alegando que ele não representa ameaça à sociedade.

PM e PRF prendem fugitivos de Alcaçuz e do sistema prisional cearense

Em operações distintas, as polícias Militar e Rodoviária Federal, prenderam na noite dessa segunda-feira(07), três fugitivos do sistema prisional potiguar e cearense. As prisões ocorreram na capital e no município de São Gonçalo do Amarante.

A primeira prisão ocorreu decorrente de denúncia ao 181. Na ocasião, PMs do Bope, Rocam e Força Tática se dirigiram a “Favela do Japão”, na Zona Oeste de Natal, e prenderam em uma casa abandonada um fugitivo da Penitenciária Estadual de Alcaçuz. Ele confessou ter fugido do presídio durante o perídio de rebelião e motim iniciado em 14 de janeiro. Um outro fugitivo da unidade prisional de Nísia Floresta também foi preso na rua.

Também na noite, a PRF prendeu um suspeito durante uma abordagem a uma motocicleta, na BR-406, em São Gonçalo do Amarante. Na ocasião, sua documentação foi verificada, suspeitas levantadas, e a constatação: mais um fugitivo de Alcaçuz. Ainda na mesma rodovia, um suspeito que caminhava na via foi abordado, e também constatado que se trata de mais um foragido: dessa vez, do sistema prisional do estado do Ceará.

Assembleia discute situação de Alcaçuz e melhorias no sistema prisional

A situação do sistema prisional do Rio Grande do Norte foi debatida em uma audiência pública nesta segunda-feira (6) na Assembleia Legislativa, proposta pelo deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade). Entre problemas corriqueiramente apontados, como a superlotação dos presídios e a necessidade de valorização dos agentes penitenciários, após quase 5 horas de debate, parlamentares, secretários e representantes da Segurança discutiram ações concretas que devem ser tomadas pelo Poder Público para amenizar os problemas. Os deputados Hermano Morais (PMDB), Fernando Mineiro (PT) e Márcia Maia (PSDB) estiveram na discussão.

Na abertura da audiência, Kelps Lima lembrou a autoconvocação da Assembleia Legislativa, em janeiro, para ações no combate ao crime e criação de uma Comissão Especial de Segurança Pública, que deve acompanhar a destinação dos recursos e propor ações em conjunto com os poderes no combate ao crime.

“A Comissão é um importante instrumento para iniciar o processo de recuperação do sistema prisional, mas não precisa apenas ouvir o Governo e concordar. O Estado não tem controle do sistema, por isso devemos fazer um diagnóstico e elaborar políticas públicas para melhorar o sistema carcerário”, disse Kelps Lima. Em seu discurso, o parlamentar ainda disse que a proposta do Governo do RN em desativar a Penitenciária Estadual de Alcaçuz teve motivação política partidária.

A presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindasp), Vilma Batista, também presente no debate, reiterou a necessidade de valorização dos agentes.

“Faço o mesmo discurso há cerca de 15 anos. Falta gestão e a sociedade precisa cobrar dos setores públicos. A população carcerária cresceu, a gestão pública não consegue evitar a criminalização nas ruas e não estamos prontos para receber esse número de presos”.

De acordo com Vilma Batista, faltam agentes penitenciários, cadeados, estrutura e equipamentos para o trabalho no sistema prisional. Apesar das notícias sobre a construção de novas unidades prisionais, a sindicalista acredita que somente a cadeia de Ceará-Mirim sairá do papel, mas não solucionará o problema.

“Estão nos expondo à situação indigna de trabalho e arriscando a vida dos servidores”, disse Vilma Batista.

O representante da Defensoria Pública, Francisco de Paula Leite, defendeu o cumprimento da Lei de Execuções Penais e a necessidade de medidas que não sejam pontuais, para tratar da situação atual, mas que evitem futuras crises.

O deputado Hermano Morais (PMDB) e a deputada Márcia Maia (PSDB) falaram sobre a ressocialização. “Um dos grandes problemas do aumento da criminalização é a falta de ressocialização e a construção de unidades de Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) poderia contribuir com essa questão. O Governo deve se preocupar em prevenir e fazer com que não tenhamos um aumento tão grande da população carcerária”, destacou Márcia Maia.

A ressocialização também foi argumentada pelo juiz Fábio Ataíde Alves, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. “A APAC tem uma baixa taxa de reincidência, em torno de 15% e, além disso, não precisa de grandes investimentos para compra de armas, construção de muros altos ou para a realização de concurso público, pois a comunidade é a forma de controle mais eficaz”, disse o juiz.

Fábio Ataíde disse ainda que essa não é a solução, mas que não é preciso usar um sistema caro e isonômico para todos, uma vez que existe um modelo alternativo, de baixo custo e eficaz.

BALANÇO FIM DE SEMANA: Força Nacional apreende arma, drogas e celulares em Alcaçuz

Integrantes da Força Nacional de Segurança Pública intensificaram as rondas no entorno da área externa da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, e apreenderam diversos materiais ilícitos e detiveram uma mulher.

Na sexta-feira (3), a FNSP encontrou três aparelhos de telefone celular, dois carregadores, munições calibre 38, porções de maconha, crack e cocaína, e tabaco.Todo material foi localizado nas proximidades do muro entre as guaritas 8 e 9 da unidade. No sábado (4), durante a ronda foi localizado dentro de uma bolsa, uma arma de fogo de fabricação artesanal, uma baladeira, um aparelho de telefone celular, e munições, de posse de Janaires Alves da Silva. Diante do flagrante, ela foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil , assim como todo material apreendido.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Curioso disse:

    Os caras deveriam ter vergonha de apresentarem um feito desses…

  2. Edu disse:

    Agora lascou tudo, essa baladeira é a arma mais letal dos meliantes, quem poderá nos proteger? Chapolim colorado kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Marcus disse:

    KKKKKKKK!!!!
    Baladeira, foi de lascar.

Força Nacional detém dupla tentando arremessar arma em Alcaçuz

Policiais da Força Nacional detiveram duas pessoas, neste sábado (4), durante patrulhamento nas imediações da penitenciária de Alcaçuz. Um homem e uma mulher foram flagrados com uma arma, um cartucho, um celular, uma toca e um estilingue.
De acordo com a polícia, a dupla iria arremessar a arma e os outros produtos para dentro do presídio usando o estilingue. Diante do flagrante, os dois suspeitos foram levados para a delegacia da Polícia Civil para os procedimentos legais.
Na sexta-feira a noite (3), os militares da Força Nacional já tinham apreendido em outra ocorrência dois celulares, dez munições calibres 38, carregador de pistola 380 com nove munições, sete porções de maconha e quatro de crack, além de susbstância semelhante a cocaína.
O material, segundo os policiais, também seria arremessado para os presos de Alcaçuz. Na quinta-feira, a Força Nacional havia encontrado um túnel na área externa da penitenciária.
De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Sovial, será colocada uma cerca na área externa de Alcaçuz, equipada com sistema de alarme e afastada 50 metros do muro da penitenciária. O objetivo é manter um perímetro de segurança para evitar entrada de armas, drogas e outros ilícitos arremessados de fora para dentro.

 

Com informações do G1

FOTO: Drogas foram apreendidas e túnel encontrado pela Força Nacional na área externa de Alcaçuz

A Força Nacional (FNSP) segue atuando com conjunto com as polícias do Rio Grande do Norte para garantir a segurança no entorno da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta. Somente nesta semana, a FNSP conseguiu apreender drogas e ainda descobriu um túnel na área externa da unidade prisional.

Em uma das ações, os militares conseguiram prender uma mulher e apreender uma adolescente que tentavam arremessar drogas e celulares para dentro da penitenciária. Em outra oportunidade, um adolescente também acabou detido quando estava se preparando para jogar substâncias ilícitas e munições calibre 38 por cima dos muros da unidade. Com ele também foi encontrada uma faca.

Já nessa quinta-feira (2), a FNSP localizou um túnel na área externa de Alcaçuz. O buraco ficava localizado entre as guaritas 6 e 7. Rapidamente a direção da fechou o espaço com pedras, cimento e uma estaca que fará parte da cerca no presídio.

FOTOS: Agentes fazem nova revista em Alcaçuz e apreendem armas brancas

Os agentes penitenciários realizaram uma revista nos pavilhões de Alcaçuz onde estão presos de uma facção do Rio Grande do Norte e conseguiram apreender diversas armas brancas. A intervenção aconteceu nesta quarta-feira (1º) e terminou no final da tarde.
O secretário de Justiça e Cidadania, Wallber Virgolino, informou que essa revista foi feita pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) do RN e por agentes de plantão em Alcaçuz. Ainda de acordo com ele, os presos foram trancados dentro dos pavilhões após a intervenção.
Wallber disse que, apesar de as celas estarem sem grades, as portas dos pavilhões foram fechadas nesta quarta-feira como parte do processo de retomada do controle da penitenciária de Alcaçuz.
Além das facas e facões artesanais, os agentes apreenderam barras de ferros e pedaços de pau com pontas de ferros usados como armas brancas pelos presos durante as rebeliões que tiveram início no dia 14 de janeiro.

 

Com informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Isac Geraldo de Souza disse:

    Tenho certeza que tem algum detento aqui que ja trabalhou em serraria, pois nao estão deixando passar nem os ferros da grade do churrasco. quem e o serralheiro que preciso fazer um portão la pra casa….

  2. Eliminar Silva disse:

    U dis caso no nosso estado é muito grande

    Os governantes não tão nem aí

  3. haroldo disse:

    E kd as armas de fogo que apareceu nas filmagens? Essa busca é uma brincadeira, um faz de conta tremendo.

  4. Sergio Nogueira disse:

    Para um presídio onde não existem grades esse povo só pode ter descoberto uma mina de ferro de tanto cavar.
    Todo dia acham facas e mais facas. Tem algo estranho no ar…

    • paulo disse:

      BG
      Deve ter muita gente envolvida nesta entrada de armas e ferramentas neste presidio, tem que punir EXEMPLARMENTE os funcionários envolvidos com demissão imediata.

  5. Maria disse:

    Ô povo criativo! Essas armas estão dando cria?

ALCAÇUZ: Cabeças e membros são encontrados e ITEP não tem previsão para identificar por DNA mortos

O Instituto Técnico-Científico de Perícia(ITEP) não tem previsão para realizar a identificação através de DNA de três corpos que foram encontrados carbonizados na penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal, ou pedaços deles, desde as rebeliões e conflitos registrados entre os dias 14 e 27 de janeiro, quando o controle do presídio foi retomado. Nesta quarta-feira (1º), a direção confirmou o encontro na terça-feira(31 de janeiro) de duas cabeças e um ombro na unidade prisional.

A brutalidade assusta. Segundo o ITEP, atualmente, existem três corpos carbonizados, um corpo que não foi reconhecido por familiares, 11 cabeças, uma mão e um ombro. A notícia que também é destaque no Porta G1-RN, destaca o órgão informou que a maioria dessas cabeças também só poderá ser identificada através de exame de DNA.

Dos 26 presos mortos registrados durante as rebeliões em Alcaçuz, 22 foram oficialmente identificados. Desse total, 11 corpos foram liberados para os familiares sem cabeça, de acordo com o Instituto. A falta de previsão para identificação por DNA acontece porque no ITEP-RN não dispõe de um laboratório de DNA. Nos últimos anos, os exames são feitos em outro estado.

Com acréscimo de informações do G1-RN

http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2017/02/itep-nao-tem-previsao-para-identificar-por-dna-mortos-de-alcacuz.html

Governo divulga planilha das despesas em Alcaçuz

O Governo do Estado divulgou no Diário Oficial desta terça-feira, 31, a planilha de custos da instalação da barreira provisória de contêineres e do muro de concreto pré-moldado para separação dos pavilhões no presídio de Alcaçuz.

A intervenção em Alcaçuz será no valor total de R$ 794.028,00, referentes ao aluguel, transporte, instalação e desinstalação dos contêineres, locação de escavadeira, retroescavadeira e caçamba para transporte de entulhos e a construção da base e do muro de concreto.

Os valores unitários dos serviços e suas etapas são discriminados a seguir na planilha elaborada sob supervisão do diretor-geral do DER-RN, general Jorge Ernesto Pinto Fraxe:

PLANILHA DE PREÇOS UNITÁRIOS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Curioso disse:

    R$ 700,00 por preso…
    Isso é de lascar…

Mãe conta drama de enterrar filho degolado em Alcaçuz

Famílias aguardam liberação dos corpos no Itep. Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil

O massacre ocorrido na penitenciária de Alcaçuz no dia 14 de janeiro, que deixou pelo menos 26 mortos, expôs falhas no sistema penitenciário, a dor da perda e questionamentos das famílias das vítimas. A Agência Brasil ouviu histórias de quem perdeu filhos, maridos, primos e amigos. Um dos dramas que os parentes enfrentam é enterrar os corpos degolados.

Cansada e desgastada, a dona de casa Eliene Pereira, 45 anos, de Santa Cruz, município a cerca de 120 km de Natal, enterrou o corpo do filho no dia 20 de janeiro. Ela precisou ir à capital potiguar por três dias seguidos para reconhecer Diego Felipe Pereira da Silva, 25 anos, e liberar o corpo no Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). O jovem foi degolado durante a rebelião e recomendaram que a mãe aguardasse as buscas pela cabeça. Na sexta-feira, ela recebeu uma ligação comunicando a mudança.

“Eu fui, quando cheguei lá reconheci o corpo mesmo, porque tinha visto só por imagem. Levei na funerária, abriram o saco, aí conheci que era ele mesmo, meu menino. Sem a cabeça. Ela [a funcionária do ITEP] mandou trazer eu ‘truxe’ sem a cabeça. Fazer o quê?”, conta. “Era horrível o corpo do meu filho, fiquei muito comovida. Mas enquanto eu não visse eu não acreditava. Queria ver ele, ver as pernas, os braços. Mesmo que não tivesse a cabeça, mas eu queria ver a realidade”.

Por causa do estado avançado de decomposição, a funerária recomendou a Eliene que não realizasse o velório e enterrasse o corpo o quanto antes, sem despedida, à noite, sem a família e os amigos. Mesmo assim, a mãe levou o filho à sua casa pela úlitma vez. “Meu filho passou um ano fora. Está fazendo justamente hoje, um ano e um mês. Ia sair em março”, disse ela há uma semana. “Eles me deram o caixão vedado todinho e colocaram um produto. Até falaram ‘não sei como a senhora vai aguentar passar a noite com ele dentro de casa’. Eu disse ‘pode deixar, se ele tiver podre como for eu quero que ele passe a noite em casa’”.

No dia seguinte, nas primeiras horas da manhã, Eliene levou o corpo de Diego ao cemitério. Rodeada de curiosos, Eliene pediu para ver o filho pela última vez antes de enterrar o corpo. Não havia mortalha, roupa, nada. O saco do necrotério encobria o corpo. “[O caixão] passou uns 5 minutos aberto. Comecei a endoidecer, puxando ele de dentro do saco. Aí pronto, fecharam e enterraram. É muito difícil enterrar um filho sem a cabeça.”

Outras famílias ainda tinham esperança de que a cabeça fosse encontrada, e adiaram o enterro. A esposa do detento M.P.S.N., morto aos 22 anos, que preferiu manter o anonimato dela e do marido, também não viu o corpo, só imagens. “É uma decisão que tem de ser tomada por toda a família. Ele tem uma família que o amava muito, assim como eu também o amo muito. Eu não queria que fosse dessa maneira, mas acho que o sofrimento será maior se não sepultar”, disse a universitária.

Com a voz fraca, pausada, a estudante prefere falar do futuro com que o casal sonhou. Namorados desde a adolescência, ela tentava mostrar a M.P. que ele deveria deixar a delinquência. “Quando eu o conheci, voltei a estudar para incentivar. Comecei minha faculdade. Isso deixava ele muito feliz, era uma força que eu dava para ele, estudando e trabalhando, mostrando para ele que tem como você viver dignamente sem querer o que não é seu”.

O marido dela estava preso por dois crimes: o roubo de uma moto, com pena no semiaberto. Depois, ele foi preso novamente por subtrair um celular e migrou para o regime fechado. Há três anos estava preso em Alcaçuz, dos quais dois anos e cinco meses no Pavilhão 4 – onde ocorreu o massacre. Sairia no fim do ano, segundo a esposa. “Já estava tudo planejado pela gente, a família, para quando ele saísse. Perto da faculdade que eu faço tem uma escola de Ensino de Jovens e Adultos. A gente já tinha combinado que ele voltaria a estudar lá. Já tinha falado com amigos para conseguir um emprego para ele”, lembra.

Agora, a viúva diz que o próprio futuro está incerto. “Tudo o que eu planejava era para viver com ele. O concurso que eu pensava em passar fora do Rio Grande do Norte era para ir com ele. Não há mais para quê seguir esses planos. Minha cabeça está muito confusa”.

“Tenho que ter direitos”

Além da dor da perda, todos reclamam do que chamam de omissão do Estado, de uma possível facilitação do ataque e do julgamento da sociedade. Muitas famílias relatam que entre os mortos no presídio nem todos tinham ligação com a facção Sindicato do Crime do RN, que controla o Pavilhão 4 e é rival do Primeiro Comando da Capital (PCC).

“Nem todos que morreram eram integrantes dessa facção criminosa. Muitos só estavam ali cumprindo sua pena para sair e lutar contra todo esse sistema e tentar se recuperar. Porque a mídia […]eu tinha escolhido não falar sobre isso, porque eles não divulgam o que a gente diz, só o que a sociedade quer ver. Porque, para todo mundo, quem morreu ali foram marginais, bandidos. Bandido bom é bandido morto. Mas desde que esse bandido não seja seu irmão, seu marido, seu primo”, disse a esposa de M.P.

A estudante também questiona as circunstâncias do ataque, porque desde novembro o marido havia contado que tinha medo. Para ela, as mortes poderiam ter sido evitadas. “Quando aconteceu o massacre em Manaus foi quando eu fiquei com mais medo e pedi para ele sair mesmo. Ele dizia ‘mas amor, eu não sou de nada disso’. ‘Mas quando eles vierem não vão perguntar quem é e quem não é’, disse para ele. “Aí ele falou que ia pensar. Quando pediu [a transferência] não era mais autorizado ninguém sair”. A viúva disse que a conversa foi no dia 8 de março.

A dona de casa Eliene também questiona por que o filho foi transferido para Alcaçuz. Diego foi preso pelo furto de uma bolsa. Cumpriu um ano na cadeia de Santa Cruz até ganhar o direito do semiaberto. Ele passou três noites dormindo no centro de detenção; na quarta, anunciou que ficaria em casa para, segundo a mãe, ficar perto da família. “Eu insistia, mas ele é meio teimoso. Quando foi um mês vieram pegar ele. Aí colocaram ele logo num canto daquele, perigoso, Alcaçuz. Porque eu acho assim, meu filho nunca vendeu droga, nunca matou gente, era um menino do semiaberto. Só porque não foi dormir botaram junto de uma facção daquela. Meu filho não tinha nenhuma facção. Meu filho era usuário [de droga], somente. Eu achei muito errado, muito”.

Diego também avisava para a mãe há meses que a situação estava tensa e havia ameaça de invasão do prédio por membros do PCC. “Ele estava dizendo que estava muito perigoso: ‘peça para mim voltar pro [pavilhão] 2’. Ele estava lá e botaram pro 4. Eu disse: ‘termina aí tua cadeia nesse pavilhão’. Ele disse: ‘mãe, tá a maior bagunça aqui, o PCC quer invadir e matar a gente. Chore por eu (sic), porque eu posso não chegar em casa vivo’”, narra Eliene.

Investigação

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte investiga como começou o massacre, e como os presos do Pavilhão 5 – presídio Rogério Coutinho Madruga, – conseguiram chegar até o Pavilhão 4. Para as famílias, o Estado já sabia do conflito iminente e não o impediu. “Com certeza o governo é responsável. Lá era para ter segurança. Meu filho não foi vivo para lá? Era para ter voltado vivo. E o governo era para ter garantido. Ele não tinha nada a ver com as brigas lá. Ele não tava preso? Eles tavam tudo solto lá, igual que fosse no meio da rua. As celas de lá não tinham portão, nada. Não era para ser tudo dentro das grades, fechadinho? E o total de presos era muito grande lá”, argumenta a dona de casa de Santa Cruz.

“Que órgão eu procuro, a senhora sabe?” – perguntou a dona de casa à repórter. Sem saber quais são seus direitos, mas decidida a lutar por eles, Eliene tentará ser indenizada. “Foi um filho que eu perdi. Meu filho. É um pedaço de mim meu filho. Tenho que ter direitos”.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo disse:

    De fato, é um drama enterrar um filho sem a cabeça, entretanto, bom seria que fosse contado o primeiro drama familiar, que deve ter sido quando o filho ingressou no mundo do crime. Esse, sim, seria mais proveitoso que todos os pais e filhos tomassem conhecimento.

  2. Lorena Galvão disse:

    Não tiro a dor sofrimento de uma mae, mais indenização por que mataram e um absurdo, quantos poilicias e pessoa de bens estes vermes já mataram, indenização e uma vergonha, vão trabalhar, e deixar de serem vermes

  3. Andinho disse:

    Já vai começar o mimimi de peninha de bandido, e o vitimismo dos familiares!!!
    Pena mesmo eu tenho do cidadão de bem que é morto por estes cabras safados, das famílias que são destruídas por esta bandidagem, dos filhos órfãos que tem o direito de crescer com seus pais tirados por criminosos cruéis, que matam às vezes por simples prazer ou mesmo para roubar um celular.
    Acho que os corpos destes meliantes tinham que ter sido expostos em praça pública, para que servissem de exemplo para os que pensam em entrar na chamada vida loka, pois o resultado é este.

    • Observador disse:

      Saiba interpretar um texto meu amigo…

      Não fala para ter pena de bandido, mas fala da vida de quem perdeu e não tem nada a ver com a vida do crime e no fundo só queria o bem de quem morreu e o queriam longe da vida criminosa. Tenha respeito pelos pais dos que morreram.

    • Andinho disse:

      Tenho respeito e pena dos familiares das vítimas desses monstros !!!!
      Se esses bandidos não respeitaram seus pais e não tiveram pena das suas famílias não sou eu que vou ter, é triste mais é a realidade, é uma questão de escolha, vivemos em um País que grande parte da população vive em condições de pobreza e só uns poucos escolhem a vida do crime, então que paguem pelas suas escolhas!!!

  4. Helio Motta disse:

    Normal que quem era ligado a esses bandidos sintam saudade.
    Mas pergunto: a sociedade é obrigada a conviver com bandidos? E o dono da moto roubada, o quanto suou para comprar? Aí vem o bonitão rouba e vamos ter peninha?
    Simples assim: quando um bandido morre está evitando definitivamente que ele volte a cometer crimes.

    • Ricardo G disse:

      Exato. Morto não pratica assaltos, homicídios, estupros etc….

FOTOS E VÍDEO: Chefes de facção que promoveu matança em Alcaçuz são transferidos para presídios federais

Cinco presos integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), e que são apontados como líderes da rebelião que aconteceu na Penitenciária de Alcaçuz ocorrida no dia 14 de janeiro, foram transferidos da Central de Flagrantes da Polícia Civil para uma Penitenciária Federal, na manhã desta terça-feira (31). O trabalho de transferência foi realizado por agentes penitenciários, policiais militares e policiais civis. Participaram da ação integrantes do Grupo de Escolta Penal (GEP), Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Choque, Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas (ROCAM) e Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE).

Os presos transferidos são Cláudio Candido do Prado, 37 anos; Tiago de Souza Soares, 30 anos; Paulo da Silva Santos, 42 anos; Jose Francisco dos Santos, 30 anos e Paulo Márcio Rodrigues de Araújo, 31 anos. Os cinco detentos foram indiciados pela Polícia Civil por todos os 26 homicídios cometidos dentro do presídio, pelos crimes de dano público, lesão corporal, vilipêndio de cadáver e associação criminosa.

A matança em Alcaçuz entre o sábado (14) e o domingo (15), deixou, segundo contagem do Itep até o momento, 26 detentos brutalmente assassinados na rebelião que durou mais de 14 horas.

Informações extraoficiais dão conta que os presos foram encaminhados para Rondônia. Veja vídeo abaixo:

Entrada de armas em Alcaçuz será investigada

A secretaria estadual de Justiça e Cidadania confirmou que será aberta investigação sobre a entrada de armas na penitenciária de Alcaçuz, no município de Nísia Floresta, na Grande Natal.

Até o momento, agentes penitenciários da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária encontraram seis armas de fogo e três espingardas calibre 12 de fabricação artesanal.

As visitas surpresas e varreduras continuarão sendo realizadas na unidade prisional, ação em que normalmente se apreendem armas ou drogas.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo martins disse:

    Depois da porta arrombada… E tome eficiência do famigerado "Governo da Segurança".

  2. André disse:

    Quero saber quando é que a Sejuc vai divulgar o número real e os nomes dos fugitivos de Alcaçuz.
    Por enquanto só vejo enrolação.

  3. Marcelo disse:

    …senhor Governador, secretário.
    De nada vai adiantar fazer toda essa revista e Apreensão, e não ter servidores de confiança, que realmente queiram trabalho honestamente.
    …..não precisa ninguém falar vcs sabem ,inclusive quem são esses servidores. Sabemos que tem os que realmente trabalham honestamente.

  4. Brasileiro disse:

    Até as crianças sabem ….olhem os carros de alguns agentes ….incompatível com os salários

  5. Suzy disse:

    Foi o et…