Foto: Matheus Ribeiro/Folha de Pernambuco
As chuvas intensas registradas no estado de Pernambuco nos último dias já deixaram mais de duas mil pessoas fora de suas casas, além de outras cinco pessoas mortas. A Defesa Civil do estado informou que tem monitorado a situação e atuado para fornecer apoio e ajuda aos atingidos.
A quinta morte registrada foi a de uma menina de 1 ano e 6 meses que havia sido resgatada do desabamento de uma barreira em Dois Unidos, na Zona Norde do Recife. A morte de Maria Helena Barbosa foi confirmada neste sábado (2) pelo Hospital da Restauração, na área central da cidade, onde estava internada após o resgate.
Até o momento, segundo a Defesa Civil, 1.096 pessoas estão desabrigadas e que precisaram ser encaminhadas para abrigos e outras 1.094 pessoas desalojadas, que foram encaminhadas para casas de amigos ou parentes.
De acordo com levantamento da Defesa Civil:
▪️ 1.096 estão desabrigados, quando a pessoa perdeu a casa ou não pode voltar para ela;
▪️ 1.094 pessoas estão desalojadas, teve que sair de casa temporariamente;
▪️ Duas pessoas morreram em Olinda;
▪️ Três pessoas morreram em Recife; e
▪️ 5 pessoas estão feridas.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as áreas mais afetadas incluem a Região Metropolitana de Recife, a Mata Pernambucana, o Agreste Pernambucano e regiões vizinhas. São elas que também concentram o maior número de pessoas atingidas pelos temporais. Os municípios com mais afetados são:
As mortes foram lamentadas pela governadora do estado, Raquel Lyra (PSD), e também pelo ex-prefeito de Recife e pré-candidato ao governo João Campos (PSB), que usaram as redes sociais para prestar solidariedade às vítimas.
“Como mãe, mulher, cidadã e governadora, minha solidariedade às famílias”, disse Raquel Lyra em publicação nas redes sociais. Ainda nessa sexta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou órgãos do governo federal para apoiar as cidades afetadas pelas fortes chuvas.
Segundo Lula, foi determinado apoio federal imediato às autoridades locais. Os ministérios do Desenvolvimento Regional e da Saúde devem mobilizar equipes para atuar nas áreas atingidas.
Com informações de Metrópoles e g1
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