A Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte abriu processos que podem levar à demissão dezenas de professores da rede pública de ensino. A informação foi divulgada pela própria titular da pasta, Cláudia Santa Rosa. Em uma rede social, na noite desta sexta (12), ela disse que há casos de professores que estão pagando de R$ 800 até R$ 1.000 por mês de trabalho para que outras pessoas os substituam. “Grave, gravíssimo!”, ressaltou.
Ainda de acordo com a secretária, este tipo de conduta estaria ocorrendo há anos. Ela acrescentou que os processos também incluem professores ainda em estágio probatório e outros servidores da Seec. “Com a conivência de gestores (também responderão com as mesmas chances de demissão) e dos que trabalham nas respectivas escolas, esses professores pagam entre R$ 800,00 e 1.000,00 por um mês de trabalho para pessoas os substituirem, por meses e anos”, relatou.
“Neste momento, preferimos não dar nomes nem números. Esperamos é que estes erros sejam corrigidos”, disse Cláudia Santa Rosa.
Ainda de acordo com a secretária, na segunda-feira (15) um memorando será enviado para todas as 610 escolas da rede estadual. “Até o dia 25 de janeiro, cada diretor terá que me garantir que nas escolas em que atuam não há casos semelhantes, sob pena de serem coniventes”, concluiu.
Acredito muito que pode está ocorrendo um equívoco em relação à essa situação. Pois, todos os professores são sabedores que com a deficiência de professores que o estado vinha tendo à vários anos, que nem mesmo o concurso estava resolvendo, à própria Secretaria de Educação à vários anos resolveram criar as horas suplementares, na qual professores do quadro os que não pretendiam, emprestavam seus nomes para outros darem aulas para suprir as necessidades de determinadas escolas.
Se for comprovada a denúncia é mais um sinal de que, infelizmente a corrupção está em todos os niveis. Que autoridade moral tem um professor desses para ensinar qualquer coisa alem de desonestidade. Vergonha!!!
Se for igual a portaria que determinava que todo mundo em estágio probatório deveria voltar pra sala de aula, será mais uma espécie de "caça as Bruxas", como tem sido feito de tempos em tempos na Secretaria de Educação. E nessa caça as bruxas, perseguem-se muitos e protegem-se os "escolhidos".
Para comprovar o que estou dizendo, basta dar uma volta na Secretaria de Educação para se constatar diversas situações onde professores em estágio probatório ainda estão nos gabinetes e setores, além dos diversos desvios de terceirizados fazendo trabalho de servidores.
E o Ministério Público que era tão atuante e zeloso na gestão passada da Secretaria, agora, faz o quê?
Não sabemos…
Prática antiga. Vamos ver se a atual gestão vai ter apoio do Governador para demitir POR JUST A CAUSA esses profissionais desonestos com a sua profissão e com o serviço público. Os gestores coniventes devem também ser demitidos.
O pré-candidato do PT ao Governo do RN, Cadu Xavier, afirmou que a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) foi a melhor do Estado nas últimas duas décadas. Segundo ele, que integrou o governo como secretário de Tributação e depois como secretário de Fazenda, a atual gestão teria promovido mudanças estruturais no Estado em comparação ao cenário anterior a 2019.
Cadu citou, entre outros pontos abordados durante entrevista à TV Band RN, a regularização do pagamento de salários do funcionalismo. De acordo com o pré-candidato, o comprometimento da receita com despesas de pessoal também teria sido reduzido. Ele afirmou que o índice, que estaria em cerca de 63% em 2018, estaria atualmente na faixa de 56%.
Na área da segurança pública, Cadu disse que considera o setor como um dos principais legados da gestão. Segundo ele, indicadores apontariam melhora no cenário estadual e na capital potiguar. O pré-candidato também mencionou a realização de concursos públicos e investimentos em equipamentos e viaturas para as forças de segurança.
Sobre a saúde pública, Cadu reconheceu desafios, mas afirmou que houve ampliação da estrutura hospitalar. De acordo com ele, o número de leitos de UTI teria aumentado em relação ao período anterior e houve ampliação de cirurgias eletivas e melhorias em hospitais regionais.
Na educação, o pré-candidato citou aumento no número de alunos no ensino integral, reformas em escolas da rede estadual, distribuição de Chromebooks e a construção de institutos estaduais de educação. Ele também afirmou esperar melhora nos indicadores educacionais com a divulgação dos próximos resultados do Ideb.
Cadu Xavier afirmou que colocou o nome à disposição para disputar o governo do Estado defendendo a continuidade do projeto político iniciado na atual gestão. Segundo ele, o objetivo é dar sequência às políticas públicas e buscar novos avanços para o Rio Grande do Norte.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, afirmou que o Ministério Público vai atuar para impedir a infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral. A declaração foi feita durante encontro com procuradores do Ministério Público Eleitoral, em Brasília.
Gonet defendeu uma atuação firme e neutra para garantir que o eleitor possa escolher livremente, sem pressões econômicas, políticas ou psicológicas. Entre as prioridades estão o combate à desinformação e à violência política, especialmente contra mulheres.
O encontro reúne cerca de 30 procuradores que discutem estratégias de fiscalização das eleições, incluindo temas como registro de candidaturas, fraude à cota de gênero, abuso de poder e prestação de contas.
Segundo o procurador, uma das principais preocupações é evitar a influência de facções criminosas no financiamento de campanhas e na escolha dos eleitores. Para isso, foi criado um grupo de trabalho que atuará em conjunto com núcleos de inteligência e grupos de combate ao crime organizado.
O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, também destacou a necessidade de enfrentar a violência política de gênero. Atualmente, cerca de 300 casos são monitorados no país. Desde 2021, a prática é considerada crime eleitoral, com penas de até quatro anos de prisão.
As exportações do Brasil para os Estados Unidos caíram 18,7% no primeiro trimestre de 2026, somando US$ 7,78 bilhões, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. As importações também recuaram 11,1%, para US$ 9,17 bilhões, gerando déficit de US$ 1,39 bilhão na balança bilateral.
Com isso, a corrente de comércio entre os dois países caiu 14,8%, refletindo a perda de dinamismo nas trocas comerciais. A retração ocorre após a adoção de tarifas adicionais pelos EUA, o chamado ‘tafifaço’, que reduziram a competitividade de produtos brasileiros, especialmente nos setores de aço, alimentos e bens industrializados.
Em março, as exportações caíram 9,1% na comparação anual, enquanto as importações recuaram 6,3%, mantendo o saldo negativo no mês.
Diante das barreiras, exportadores brasileiros têm buscado novos mercados para compensar as perdas. Mesmo com a queda nas vendas para os EUA, o Brasil manteve superávit comercial geral, de US$ 6,4 bilhões em março, impulsionado principalmente pelas exportações de commodities como petróleo e minério de ferro.
O número de empresas em recuperação judicial no Brasil bateu recorde em 2025, com 2.466 companhias recorrendo à Justiça para reestruturar dívidas, segundo levantamento da Serasa Experian.
Ao todo, foram registrados 977 processos no ano, alta de 5,5%, com média de 53 pedidos por mês. Considerando os CNPJs envolvidos, cerca de 103 empresas entraram em recuperação judicial mensalmente.
De acordo com analistas, o cenário é pressionado por juros elevados e maior restrição ao crédito, o que tem afetado o caixa das empresas. O endividamento das companhias de capital aberto já soma cerca de R$ 2,3 trilhões.
O setor mais impactado foi o agropecuário, responsável por 30,1% dos casos, seguido por serviços (30%), comércio (21,7%) e indústria (18,2%). Especialistas apontam que fatores como riscos climáticos, variação de preços e custos em dólar aumentam a vulnerabilidade do agronegócio.
A inadimplência também segue elevada: em janeiro de 2026, 8,7 milhões de empresas estavam negativadas, com dívida média de R$ 23 mil. Já os pedidos de falência caíram 19% em 2025, indicando que mais empresas têm buscado a recuperação judicial como alternativa para evitar o fechamento.
O endividamento das famílias brasileiras atingiu 80,4% em março, maior nível desde o início da série histórica, em 2015, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O índice subiu 0,2 ponto percentual em relação a fevereiro.
O percentual representa famílias com dívidas como cartão de crédito, empréstimos, financiamentos e carnês. Para a CNC, o avanço acende alerta, diante de fatores como juros elevados, aumento dos combustíveis e incertezas econômicas.
Apesar da alta no endividamento, a inadimplência ficou estável em 29,6% no mês, mas acima do registrado há um ano. Segundo a entidade, o cenário reflete o impacto do custo de vida e da taxa básica de juros ainda elevada.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estuda novas medidas para renegociação de dívidas, incluindo uma possível retomada do programa Desenrola Brasil, com descontos e condições facilitadas.
A CNC avalia que o alívio no orçamento das famílias deve ocorrer apenas nos próximos meses, à medida que a redução dos juros comece a surtir efeito na economia.
Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais pode provocar uma queda de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, o equivalente a R$ 76,9 bilhões.
Segundo o levantamento, a indústria seria o setor mais impactado, com retração estimada de 1,2% do PIB (R$ 25,4 bilhões), seguida pelo comércio (-0,9%) e pelos serviços (-0,8%). Também haveria impactos na agropecuária (-0,4%) e na construção civil (-0,3%).
De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, a medida pode reduzir a competitividade da indústria brasileira, com aumento de custos, queda nas exportações e avanço das importações.
O estudo indica ainda que a redução da jornada tende a elevar o custo do trabalho, o que pode gerar aumento generalizado de preços e afetar tanto consumidores quanto empresas.
A entidade defende que o tema seja debatido com base em critérios técnicos e nos impactos econômicos, destacando que o Brasil ainda enfrenta baixa produtividade e escassez de mão de obra.
Açude Tesoura em Francisco Dantas | Foto: Igarn/divulgação
O Relatório dos Volumes dos Reservatórios, divulgado nesta terça-feira (07), indica que cinco reservatórios atingiram 100% da sua capacidade em comparação com o levantamento anterior, publicado em 30 de março.
Ao todo, 41 reservatórios monitorados pelo IGARN receberam recarga hídrica em decorrência das chuvas registradas no período.
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN), monitora 69 mananciais responsáveis pela segurança hídrica dos municípios potiguares.
Os mananciais que atingiram 100% da capacidade são:
Campo Grande, em São Paulo do Potengi, que registrou sangria no dia 31 de março;
Tesoura, em Francisco Dantas, e o açude público de Riacho da Cruz, que sangraram no dia 2 de abril;
além de Malhada Vermelha, em Severiano Melo, e o açude público de Marcelino Vieira, que começaram a sangrar na segunda-feira (06).
Outro reservatório que apresentou expressiva recarga foi o açude público de Encanto, com aumento de 35,14% no volume acumulado. O manancial registra atualmente 4.791.852 m³, correspondentes a 92,28% da sua capacidade total, que é de 5.192.538 m³. No dia 30 de março, o açude acumulava 2.967.104 m³, equivalentes a 57,14% da sua capacidade.
O açude Corredor, em Antônio Martins, também apresentou incremento significativo, com aumento de 31,02% no volume. Atualmente, o reservatório acumula 2.226.857 m³, o que corresponde a 47,96% da sua capacidade total de 4.643.000 m³. No relatório anterior, o manancial registrava 786.376 m³ (16,94%).
O açude Lulu Pinto, que anteriormente estava seco, acumula atualmente 169.289 m³, equivalentes a 10,11% da sua capacidade total de 1.674.070 m³.
Situação dos maiores reservatórios
Entre os maiores reservatórios do estado, a barragem Santa Cruz do Apodi apresentou aumento de 4,53% no volume, acumulando atualmente 349.470.875 m³, o que corresponde a 58,27% da sua capacidade total de 599.712.000 m³. Em 30 de março, o volume era de 322.277.030 m³ (53,74%).
A barragem de Oiticica acumula 307.240.091 m³, equivalentes a 41,37% da sua capacidade total, que é de 742.632.840 m³. No final de março, o reservatório registrava 276.762.539 m³ (37,27%).
Já a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do Rio Grande do Norte, apresentou aumento de 0,09%, acumulando atualmente 981.009.283 m³, o que corresponde a 41,34% da sua capacidade total de 2.373.066.000 m³. Em 30 de março, o volume era de 978.936.605 m³ (41,25%).
Reservatórios com volume inferior a 10%
Entre os reservatórios monitorados pelo IGARN, 18 ainda apresentam volumes inferiores a 10% da sua capacidade total.
São eles:
Itans, em Caicó (0,05%);
Sabugi, em São João do Sabugi (3,98%);
Passagem das Traíras, em São José do Seridó (0,03%);
Esguicho, em Ouro Branco (7,73%);
Bonito II, em São Miguel (7,82%);
Dourado, em Currais Novos (5,15%);
Apanha Peixe, em Caraúbas (3,13%);
Gangorra, em Rafael Fernandes (3,00%);
Jesus Maria José, em Tenente Ananias (1,48%);
Beldroega, em Paraú (5,08%);
Tourão, em Patu (3,94%);
Zangarelhas, em Jardim do Seridó (6,41%);
Alecrim, em Santana do Matos (8,00%);
Brejo, em Olho D’Água do Borges (1,04%);
25 de Março, em Pau dos Ferros (7,74%);
São Gonçalo, em São Francisco do Oeste (7,07%);
Mundo Novo, em Caicó, que permanece seco; e
Inspetoria, em Umarizal (4,29%).
O restaurante Cichetti está entre os participantes da terceira edição do Natal Restaurant Week, um dos principais festivais gastronômicos da capital potiguar. O evento reúne alguns dos melhores restaurantes da cidade, oferecendo ao público a oportunidade de experimentar menus completos — com entrada, prato principal e sobremesa — a valores fixos e mais acessíveis.
Especializado em culinária italiana, o Cichetti preparou dois menus exclusivos para o festival, disponíveis no almoço e no jantar. Durante o Natal Restaurant Week, os clientes poderão aproveitar o almoço por R$ 95,00 e o jantar por R$ 115,00, com opções variadas que valorizam ingredientes clássicos e combinações contemporâneas.
No almoço, o menu começa com opções como salada de frango defumado com molho de alho e ervas frescas ou batatas italianas assadas com molho de iogurte. Como prato principal, o público pode escolher entre o risoto solomillo, preparado com tiras de mignon e gorgonzola, o robalo com legumes grelhados ou o rigatoni gratinado com linguiça, ricota e parmesão. Para finalizar, as sobremesas incluem panna cotta com frutas vermelhas, sorbet de manga com mel e hortelã ou torta de chocolate com creme de coco.
Já no jantar, o restaurante aposta em combinações mais elaboradas, começando com salada de parma com picles de mamão e molho de limão siciliano ou atum defumado com creme de abacate. Entre os pratos principais, destacam-se o risoto de polvo ao vinho tinto, o camarão diavolo com massa longa e molho de tomate picante, e o bife de chorizo servido com legumes grelhados. As sobremesas seguem as mesmas opções do almoço, garantindo um final doce e equilibrado para a experiência.
Os menus promocionais estarão disponíveis de segunda a sexta-feira, no almoço das 11h30 às 15h e no jantar das 18h às 22h. Às sextas-feiras, o horário do jantar é estendido até às 23h. A participação do Cichetti reforça a proposta do festival de democratizar o acesso à boa gastronomia, permitindo que mais pessoas vivenciem experiências completas em restaurantes renomados da cidade.
Iranianos formaram uma corrente humana nesta terça-feira (7) em torno da Usina Termoelétrica de Kazerun, no sul do país. Em vídeo divulgado pela agência semi-oficial Fars, a população aparece reunida no local em um gesto de apoio ao governo e em protesto contra os ataques.
Registros semelhantes também foram feitos em uma usina em Tabriz, segundo a mesma agência.
A mobilização ocorre um dia após o vice-ministro de Esportes do Irã, Alireza Rahimi, convocar jovens, artistas e atletas a formar “correntes humanas” ao redor de usinas de energia em todo o país.
O apelo foi feito após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar atacar infraestruturas públicas caso o Irã não reabra o Estreito de Ormuz dentro do prazo estipulado.
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma ação criminal e outra por improbidade administrativa contra pesquisadores investigados por uso irregular de recursos do Ministério da Saúde no projeto “Sífilis Não“, ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
As denúncias são resultado da Operação Faraó, deflagrada em 2023, que apura suposto desvio de verbas por integrantes do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), vinculado à Funpec. Segundo o MPF, os recursos públicos teriam sido utilizados para despesas pessoais, pagamento indevido de diárias, concessão irregular de bolsas e custeio de viagens sem relação com o projeto.
Entre as irregularidades apontadas estão o pagamento de mais de R$ 200 mil em viagens, incluindo uma ida à Europa com familiares, além de gastos em restaurantes de alto padrão. Também há indícios de favorecimento, como a indicação de parentes e concessão de bolsas a pessoas sem qualificação técnica.
As investigações ainda identificaram despesas em duplicidade e uso de recursos fora dos acordos firmados com entidades parceiras. Parte dos valores também teria sido movimentada por meio de cartões corporativos vinculados ao projeto.
O MPF pede a condenação dos envolvidos por peculato, crime que pode levar a penas de até 12 anos de prisão, além de sanções por improbidade administrativa, como perda de bens, suspensão de direitos políticos e proibição de contratar com o poder público.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) participaram das investigações, que ainda têm desdobramentos em outros estados.
Em nota, o Lais informou que apresentou toda a documentação aos investigadores e afirmou que as ações seguiram a legislação. Os pesquisadores negam irregularidades, rejeitaram proposta de acordo para encerrar o caso e dizem que irão comprovar a legalidade dos atos na Justiça.
Veja a nota completa do LAIS
Em virtude de matéria divulgada pelo Ministério Público Federal sobre ação criminal e de improbidade administrativa envolvendo o “Projeto Sífilis Não!”, o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde, da UFRN, ressalta ter conhecimento de todas as acusações, já tendo oferecido aos denunciantes todos os documentos comprobatórios sobre os questionamentos realizados. A todo momento, os pesquisadores citados apresentaram seus esclarecimentos, com base na legislação vigente, comprovando a legalidade de todas as ações realizadas no decorrer do Projeto. Neste momento, os pesquisadores citados estão tranquilos, pois sabem da lisura de seus atos e estão cientes e confiantes quanto aos processos que estão por vir.
Outro ponto relevante é o fato de que, em agosto de 2025, o Ministério Público Federal (MPF) ofereceu um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) a pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A proposta buscava encerrar o processo judicial sob a justificativa de evitar custos advocatícios e o sofrimento psicológico dos envolvidos.
No entanto, os acadêmicos rejeitaram a oferta por considerarem as acusações totalmente infundadas. Diante da negativa, o procurador deu prosseguimento aos trâmites legais de sua competência. Ao abrir mão da resolução simplificada, o grupo reafirmou sua convicção na inocência e o desejo de prová-la perante a justiça.
Os pesquisadores deverão, inclusive, formalizar uma representação junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) por abuso de autoridade, em virtude dos constrangimentos e da exposição a que foram e continuam sendo submetidos.
Vixeeeee😳😳😳,esse pessoal da galera do amor fazem essas maracutaias??????
Valha,pensei que eram os formadores de opinião que sempre se colocam como os bons samaratinos inimigos dos bons costumes,bote pra descer nesses malandros.
Pq não instituem o ponto eletrônico nas escolas?.
Acredito muito que pode está ocorrendo um equívoco em relação à essa situação. Pois, todos os professores são sabedores que com a deficiência de professores que o estado vinha tendo à vários anos, que nem mesmo o concurso estava resolvendo, à própria Secretaria de Educação à vários anos resolveram criar as horas suplementares, na qual professores do quadro os que não pretendiam, emprestavam seus nomes para outros darem aulas para suprir as necessidades de determinadas escolas.
Ninguem sera demitido.
demite deputados,senadores e vereadores em peso….isso q seria o correto. Professores valem tudo….que País é esse
Ninguem vai comentar um absurdo desses, se comprovado claro
Essa pratica existe faz anos?!!
E ninguém fez nada por que?
Por que os alunos não tiveram prejuízos e muito menos o ESTADO .
Seria por isso que eles são contra o ponto eletrônico ???
Se for comprovada a denúncia é mais um sinal de que, infelizmente a corrupção está em todos os niveis. Que autoridade moral tem um professor desses para ensinar qualquer coisa alem de desonestidade. Vergonha!!!
O certo é certo, mesmo que ninguém o faça. O errado é errado, mesmo que todos se enganem sobre ele.
G. K. Chesterton
Com essas e outras, posso dizer que o Brasil não precisa de inimigos, pois já tem seu povo.
Demiti todos urgentemente!
Se for igual a portaria que determinava que todo mundo em estágio probatório deveria voltar pra sala de aula, será mais uma espécie de "caça as Bruxas", como tem sido feito de tempos em tempos na Secretaria de Educação. E nessa caça as bruxas, perseguem-se muitos e protegem-se os "escolhidos".
Para comprovar o que estou dizendo, basta dar uma volta na Secretaria de Educação para se constatar diversas situações onde professores em estágio probatório ainda estão nos gabinetes e setores, além dos diversos desvios de terceirizados fazendo trabalho de servidores.
E o Ministério Público que era tão atuante e zeloso na gestão passada da Secretaria, agora, faz o quê?
Não sabemos…
Prática antiga. Vamos ver se a atual gestão vai ter apoio do Governador para demitir POR JUST A CAUSA esses profissionais desonestos com a sua profissão e com o serviço público. Os gestores coniventes devem também ser demitidos.
Que vergonha. Corrupção no Brasil está em todos os níveis.
Muito bem, começando por Deputados e GOVERNADOR.