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IBGE: Número de casamentos entre homens cresce 64% no RN; entre mulheres caiu 3,23%

Estatísticas do Registro Civil feita pelo IBGE revela que em 2016 o número de casamentos entre homens cresceu 64,71% no Rio Grande do Norte em relação a 2015. De acordo com o levantamento, no ano passado o Rio Grande do Norte registrou 28 casamentos entre dois homens, superando os 17 de 2015.

Os números ainda revelam que o casamento entre mulheres caiu 3,23% no estado. Em 2016 foram 32 e e em 2015, 31.

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  1. Brasil Desmoralizado disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Vinicius Rodrigues disse:

    Eu mesmo estou a procura de um parceiro a pelo menos 2 anos, tem muito "homem", mas falta comprometimento entre os homossexuais, a promiscuidade desse segmento é altíssima.

    • PROF. EDUARDO AGUIAR disse:

      Tem que ver onde procura. Sofro do mesmo mal por não saber.

  3. maria disse:

    FIM DOS TEMPO

    • PROF. EDUARDO AGUIAR disse:

      Ora, Maria, tem nada fim dos "tempo". É o começo de um novo tempo. Vá se acostumando .

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IBGE divulga movimentação do varejo no RN

Dados divulgados nesta terça-feira, 15, pelo IBGE mostram que o varejo restrito do RN cresceu 2,1%, em relação ao mês de maio. Quando comparado com o mesmo período de 2016, esse percentual sobe para 2,2%. Um acúmulo de -1,3% no ano e -5,3%, nos últimos 12 meses.

Já o varejo ampliado registrou em junho deste ano queda de 0,5% sobre junho do ano passado. No ano acumula queda de -4,3% e de -6,9% em 12 meses. No segundo trimestre de 2017 o varejo restrito do RN recuou -0,5% em relação ao primeiro trimestre, na série com ajuste sazonal.

Amanhã serão divulgados dados do setor de serviços e na quinta-feira sairão os dados do mercado de trabalho.

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IBGE: PIB cai 0,8 % no terceiro trimestre e tem a sétima queda seguida; no acumulado, recuo de 4% em relação a igual período em 2015

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou o terceiro trimestre do ano com queda de 0,8% em relação ao trimestre anterior. Com isso, o país registra o sétimo trimestre seguido de retração da economia. Já no resultado acumulado do ano até setembro, o PIB apresentou recuo de 4% em relação a igual período de 2015, maior queda para este período desde o início da série em 1996.

Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 1,580 trilhão. Os dados das Contas Nacionais Trimestrais foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na análise dos subsetores da economia, a agricultura teve retração de 1,4% no período, a indústria caiu 1,3% e o setor de serviços registrou queda de 0,6%.

Os dados do IBGE mostram ainda que o consumo das famílias caiu 0,6% e o do governo, 0,3%. Já a Formação Bruta de Capital Fixo, que são os investimentos, recuou 3,1%.

No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 2,8% e as importações recuaram 3,1%.

Agência Brasil

 

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  1. Neco disse:

    Herança maldita.

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IBGE: RN é o maior gerador de energia eólica do Brasil, e o maior produtor de petróleo da região nordeste

É destaque no portal G1-RN. O Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica do Brasil. É o que aponta o estudo ‘Logística de Energia 2015 – Redes e fluxos do território’ do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o estudo, o estado é responsável por mais de 30% da energia eólica produzida no país. O estudo também revela que o RN também é o maior produtor de petróleo de toda a região nordeste. Confira todos os detalhes, com números, em reportagem completa AQUI

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  1. Guilhermina Alecrim disse:

    Sem nenhuma vantagem para o estado, já que continua com altos índices de desemprego, preços elevados de combustíveis e energia elétrica. Onde está o trabalho de nossos representantes?

  2. VDC disse:

    RN é o maior gerador de energia eólica do Brasil, e o maior produtor de petróleo da região nordeste, PORÉM….KKKK

  3. Escritor disse:

    Energia e Petróleo quando enviado a outros Estados não geram pagamento de ICMS. Norma Constitucional. Imunidade. As eólicas quando adquirem turbinas e pás para se instalarem aqui no RN, também não são pagam ICMS. Isenção.

  4. Raul disse:

    Maior Produtor ok ! mais com Relação ao preço da GASOLINA sempre repassados com valor alto. já os nossos vizinhos da PB a Gasolina e mais barata kkkkkk

  5. BOSCO disse:

    Boa Mário ! kkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. Paulo Sergio Martins disse:

    Por isso que não saio daqui: o Rio Grande do Norte é um eldorado adormecido…
    Porém, quando ele entrar em eupção, salve-se quem puder!

  7. mário disse:

    E porque não aparenta ter nada?

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Marcelo Queiroz: “Nossa estimativa é de retração de vendas na casa dos 4%”

Convidado por Robinson Faria, Marcelo Queiroz participa de reunião na Escola do GovernoO Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomercio), Marcelo Queiroz, repercutiu os números da pesquisa do IBGE sobre o desempenho de vendas do comércio varejista potiguar em novembro de 2015, divulgados nesta quarta-fera (13).

De acordo com Marcelo, os dados já eram previstos e a própria Federação já vinha fazendo alertas sobre o fraco desempenho do setor de vendas desde o ano passado.

“Desde o ano passado vimos alertando para uma queda considerável nas vendas do varejo, com repercussões diretas e negativas em toda a economia – sobretudo na nossa capacidade de geração de emprego e renda. E os números que o IBGE divulgou nesta quarta-feira, 13, comprovam isto. Segundo o instituto, as vendas caíram, naquele mês, 12,3%, sobre o mesmo mês do ano anterior. Com isso, o acumulado do ano indica retração de 5%. Para efeito de comparação, de janeiro a novembro de 2014 o varejo do estado havia registrado aumento de 2,15% nas vendas. Diante desse número, nossa estimativa para o fechamento do ano (quando saírem os dados de dezembro) é de retração de vendas na casa dos 4% a 5%”, analisou.

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Primeiro semestre de 2015 registra pior resultado para o comércio nos últimos anos

A crise financeira enfrentada pelo país já é sentida diretamente no comércio. Os seis primeiros meses desse ano foram os piores para o setor desde 2011, segundo dados do IBGE. Pior, foi o primeiro ano em que houve retração no balanço do primeiro semestre.

Em 2011, o comércio varejista registrou um crescimento de 7,55%. No ano seguinte, um novo crescimento de 5,18%. Em 2013, o maior crescimento da economia no setor do comércio varejista com 9,37%. No ano passado, os seis primeiros meses registraram um crescimento de 3,20%. Agora, em 2015, houve uma queda -1,90%.

E apesar do otimismo do setor, os números continuam sendo desfavoráveis. O mês de julho registrou uma queda de 3,4%. Puxando a parcial anual para -2,11%.

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  1. SINESIO FILHO disse:

    Isso é mentira das zelites golpistas….. O Brasil esta uma maravilha., segundo Dilmalvadesa e tem alienados que acreditam nela.KKKKK

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IBGE: Apenas 6% dos hospitais públicos do país têm leitos de UTI Neonatal

A oferta de leitos ou berços de UTI neonatal em estabelecimentos públicos ou conveniados ao SUS (Sistema Único de Saúde) está disponível em somente 6,6% das cidades brasileiras.

O dado foi levantado pela pesquisa Munic 2014 (perfil de municípios), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e divulgada nesta quarta-feira (26).

Outro dado divulgado foi sobre o número de unidades municipais com serviço de nefrologia: somente 8,7% dos municípios possuíam espaço com essa atividade.

Já no quesito internação, 59,9% dos municípios brasileiros necessitavam referenciar usuários de atenção básica para internação em outros municípios. A região Centro-Oeste apresentou os menores percentuais (46%), enquanto a região Sudeste, os maiores (66%).

A pesquisa também apontou que a concentração destes berços de UTI neonatal acontece na região Sudeste onde 9,3% das cidades têm acesso a este tipo de recurso. Em sentido contrário, o Nordeste apresenta a pior concentração com somente 3,7% de seus municípios possuindo leitos ou berços de UTI neonatal.

Em relação às unidades que realizavam parto hospitalar, todas as públicas tinham interligação com cartório ou um posto de cartório nas unidades. “Isso é bom pois evita a subnotificação do nascimento”, avaliou Vânia.

Folha Press

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  1. Cruz disse:

    Uma Vergonha!!!

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IBGE: desemprego sobe para 6,7% em seis regiões do país

O desemprego em seis regiões metropolitanas do país subiu para 6,7% em maio, informou hoje (25) a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio do ano passado, o desemprego estava em 4,9%.

A PME produz indicadores mensais sobre a força de trabalho que permitem avaliar as flutuações e a tendência, a médio e a longo prazos, do mercado de trabalho. A pesquisa abrange as regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre.

De março para abril deste ano, a taxa aumentou de 6,2% para 6,4%, subindo 0,2 ponto percentual. Já a variação de abril para maio alcançou 0,3 ponto percentual, considerada estatisticamente estável.

No início do ano, o desemprego era 5,3%, e uma trajetória de alta o levou para 5,9% em fevereiro e 6,2% em março. Com o resultado de maio, o crescimento do desemprego acumula 1,4 ponto percentual este ano.

A taxa é a mais alta já registrada para um mês de maio desde 2010, quando alcançou 7,5%. Desde então, a taxa vinha caindo na comparação com o mesmo período do ano anterior e registrou sua primeira alta em 2015 na comparação com 2014.

A população ocupada e a população não economicamente ativa ficaram estáveis em ambas as comparações e houve queda de 1,8% no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado em relação a 2014. Na comparação com abril, o emprego formal no setor privado ficou estável.

A região metropolitana que registra a maior taxa de desemprego é Salvador, com 11,3%, seguida do Recife, com 8,5%, de São Paulo, com 6,9%, Belo Horizonte, com 5,7%, Porto Alegre, com 5,6%, e do Rio de Janeiro, com 5%.

Agência Brasil

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IBGE: apenas 1/4 da população pratica exercícios com regularidade

Somente um quarto dos brasileiros pratica exercícios físicos com regularidade. E, ao contrário do senso comum, não é no litoral que a população tem maior preocupação com a forma física. O Centro-Oeste é a região que tem a proporção mais elevada de pessoas que fazem exercícios ao menos 150 minutos semanais – 24 1% da população. No Distrito Federal, quase metade dos homens faz alguma atividade física (41,6%); entre as mulheres, a proporção é de 29,6%. Os sedentários, a proporção de adultos classificados de “insuficiente ativos”, correspondem a 46% da população.

As mulheres, que têm hábitos alimentares e cuidados com a saúde melhores que os homens, se exercitam menos – 18,4%, quando entre eles essa parcela é de 27,1%. A Região Norte tem a menor proporção de mulheres que fazem algum tipo de atividade física – 15,4%. Para a gerente da Pesquisa Nacional de Saúde 2013, Maria Lucia Vieira, isso pode estar relacionado à falta de tempo. “Teríamos que fazer uma pesquisa sobre o uso do tempo, mas parece estar relacionado ao fato de ela trabalhar, cuidar da família, da casa. Sobra pouco tempo para atividade física”, afirmou.

O IBGE também pesquisou a atividade física durante as tarefas domésticas e a participação feminina é muito superior – 18,2% das mulheres dedicavam 150 minutos semanais, pelo menos, à arrumação da casa. A participação masculina foi de apenas 5,4%.

fonte: Estadão Conteúdo

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IBGE: expectativa de vida sobe para 74,9 anos

A expectativa de vida do brasileiro de ambos os sexos ao nascer passou de 74,6 anos em 2012 para 74,9 anos em 2013, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 01, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento, embora pequeno, mantém a tendência de crescimento da taxa por anos consecutivos.

Em 2011, a esperança de vida do brasileiro era de 74,1 anos. Em 2002, há cerca de dez anos, por exemplo, o índice era de 71 anos. Os dados estão na Tábua Completa de Mortalidade, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

fonte: Estadão Conteúdo

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IBGE: SP e mais sete estados representaram 76,6% do PIB do País em 2012; MA e PI os menores

O Estado de São Paulo respondeu em 2012 por 32,1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a soma de todos os bens produzidos no País. A fatia é 0,5 ponto porcentual menor do que um ano antes, informou nesta sexta-feira, 14, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou as Contas Regionais 2012.

Ao todo, oito unidades da federação responderam por 76,6% do PIB de dois anos atrás. Depois de São Paulo, aparecem Rio de Janeiro (11,5%), Minas Gerais (9,2%), Rio Grande do Sul (6,3%), Paraná (5,8%), Santa Catarina (4,0%), Distrito Federal (3,9%) e Bahia (3,8%).

No conjunto, esse grupo perdeu 3,1 pontos porcentuais em participação em relação a 2011. A região Centro-Oeste foi a que mais cresceu em participação relativa no PIB, indo de 8,8% para 9,8% no período de 2002 a 2012. O Sudeste, embora continue com a maior participação (55,2%), teve recuo de 1,5 ponto porcentual no período.

Em termos de PIB per capita, o Distrito Federal liderou a lista, com R$ 64.653,00, quase três vezes mais que a média brasileira e quase o dobro do segundo colocado, São Paulo (R$ 33.624,41). Na outra ponta, os menores PIB per capita foram observados no Maranhão (R$ 8.760,34) e no Piauí (R$ 8.137,51).

fonte: Estadão Conteúdo

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IBGE: mulher contribui com 40,9% da renda familiar

A mulher contribui com 40,9% para a renda familiar; entre os homens, essa contribuição é de 59,1%, revela estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta sexta-feira, 31. É a primeira vez que o IBGE divulga esse dado. Entre as mulheres de áreas rurais, a participação feminina no rendimento da família é ligeiramente maior – 42,4%. A contribuição das mulheres é mais importante na zona rural nordestina (51%). E é menor na zona rural do Centro-Oeste (26%).

Quando o responsável pela família era branco, a parcela da contribuição feminina correspondia a 39,7%. Se o chefe da família era negro ou pardo, a contribuição da mulher foi maior: 42%. Nas famílias formadas por casais com filhos, a participação feminina também foi menor (31,7%) do que nas famílias monoparentais (70,8%), quando elas eram responsáveis pelo sustento.

O estudo do IBGE mostra ainda que na maioria dos Estados do Nordeste a contribuição feminina para o rendimento familiar era maior do que a dos homens. No País, quanto maior a renda, menor a participação feminina no rendimento familiar. Entre os mais pobres (até meio salário mínimo per capita), essa participação foi de 45%. Já entre aqueles que ganhavam mais de dois salários mínimos per capita, a contribuição foi de 39,1%.

Emprego e renda

Na última década, a taxa de analfabetismo entre mulheres caiu, elas se educaram mais, são maioria no ensino superior, têm distorção menor em relação à idade e à série estudada. Mas isso não eliminou a desigualdade de emprego e renda, quando comparadas aos homens.

Em 2010, 30,4% das mulheres de 16 anos ou mais de idade não tinham qualquer tipo de rendimento, porcentual acima do observado para o total da população nessa faixa etária (25,1%) e para os homens (19,4%). Já foi pior: em 2000, 45% das mulheres não tinham nenhuma renda própria. Os dados são do estudo Estatísticas de Gênero, divulgado nesta sexta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com base nos dados do Censo 2010.

O estudo aponta que houve um pequeno crescimento do rendimento feminino, o que reduziu ligeiramente as disparidades entre os sexos. Enquanto o rendimento médio dos homens variou 7,8% – passou de R$ 1.471 para R$ 1.587, entre 2000 e 2010; o das mulheres cresceu 12% no mesmo período, de R$ 959 para R$ 1.074 no mesmo período (12%). Mas esse aumento não foi uniforme em todo o País. A média do rendimento de uma trabalhadora do Centro-Oeste era 80,5% maior do que o de uma nordestina.

No Brasil, o rendimento feminino correspondia a 68% do rendimento masculino – pequena redução da desigualdade; em 2000, equivalia a 65%. Mas no Norte e Nordeste essa desigualdade aumentou: passou de 71% para 69% no Norte; e de 72% para 68% no Nordeste.

“A desigualdade do rendimento entre homens e mulheres no caso brasileiro é resultado, em grande medida, de uma inserção, no mercado de trabalho, diferenciada por sexo, com uma maior presença feminina em ocupações precárias, de baixa qualificação, pouco formalizadas e predominantemente do setor de serviços como por exemplo, o trabalho doméstico”, diz o estudo.

Os menores rendimentos têm sexo, cor e localidade: 50,8% das nordestinas pretas ou pardas têm rendimento de até um salário mínimo, assim como 59,3% das mulheres nas áreas rurais desta região.

O estudo mostra ainda a desigualdade entre as próprias mulheres – o rendimento de pretas e pardas equivalia (R$ 727) a 52% do das brancas (R$ 1.396). Se comparado com o dos homens brancos (R$ 2.086), pretas e pardas ganhavam 35% do rendimento dessa parcela da população – a chamada dupla desigualdade.

A desigualdade entre mulheres e homens, considerando o rendimento médio de todos os trabalhos foi menor (67,7%) do que quando se observou o rendimento total (74,0%) – isso quer dizer que elas têm menos acesso a aplicações financeiras, por exemplo.

Em relação a 2000, as mulheres tinham participação maior na população em idade ativa (aquela que está trabalhando ou procurando emprego). Esse índice passou de 50,1% para 54,6%. Mas entre os homens, a proporção ainda é bem maior: 75,7%.

A formalização do emprego (pessoas que trabalham com carteira assinada, militares, funcionários públicos, e pessoas que contribuem para a previdência oficial) foi maior entre os homens. Passou de 51,3% para 57,9% entre as funcionárias e de 50 0% para 59,2%, para os empregados. Quando analisado somente o trabalho com carteira assinada, o homem também foi mais beneficiado: aumentou de 36,5% para 46,5%; já para as mulheres passou de 32,7% para 39,8%.

As mulheres brancas eram maioria entre as trabalhadoras com carteira assinada (58,4% para 40,2%). Há mais pretas e pardas trabalhando como domésticas do que brancas – entre as que têm carteira assinada, 57% eram pretas e pardas, 42% brancas; as pretas e pardas sem carteira assinada correspondiam a 62,3%, e as brancas a 36,5%. Isso demonstra a desigualdade até mesmo entre mulheres na mesma categoria profissional.

fonte: Estadão Conteúdo

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